quarta-feira, 8 de maio de 2019

     Empresa dá dicas de gestão para MEIs pelo WhatsApp


Por 10 dias, o empreendedor entende melhor sobre INSS, emissão de notas e aquisição de maquininhas de cartão

Uma ferramenta criada pela startup MEI Fácil ensina o pequeno empreendedor a administrar suas finanças por meio do aplicativo WhatsApp. O "Zap do MEI" é um curso de dez dias totalmente transmitido pelo software de mensagens e já teve mais de 100 mil participantes.
Segundo a empresa, o curso pretende orientar o empreendedor sobre assuntos como benefícios do INSS, emissão de notas fiscais, declaração anual do MEI e pedido de maquininhas de cartão. Ao final do período, é feito um rápido apanhado sobre as dicas dadas para relembrar o participante.
Para se cadastrar no serviço, o usuário precisa ter instalado no seu celular o aplicativo do MEI Fácil. Lá, ele clica no botão do Zap do MEI, preenche um formulário e autoriza a empresa a entrar em contato com ele. Depois, o empreendedor precisa aguardar para entrar no grupo do curso.
Segundo um dos fundadores da MEI Fácil, Rodrigo Salem, é feita uma análise de dados constante para que informações relevantes sejam passadas para os participantes. "Isso que torna a ferramenta um sucesso, e não uma estratégia de marketing para capturar leads", afirma ele.
A MEI Fácil foi indicada como uma das finalistas do Prêmio Tela Viva Móvel, do Mobile Time, pela atuação com a plataforma. 
by Agência Sebrae de Notícias

Mais de 70% dos pequenos negócios usam redes sociais como ferramenta de gestão

Aplicativos como WhatsApp e Facebook potencializam divulgação de produtos e serviços, promovem ganho em vendas e aproximação com os clientes


Nos últimos três anos, os pequenos negócios no Brasil apostaram na informatização e na utilização de novas ferramentas digitais, em especial nas redes sociais. Atualmente, 72% do segmento utilizam o WhatsApp para se comunicar com clientes e 40% possui perfil no Facebook. É o que mostrou a pesquisa “Transformação Digital nas MPE”, realizada pelo Sebrae entre abril e junho deste ano, e que identificou a informatização das micro e pequenas empresas.
A pesquisa avaliou como o setor está envolvido no processo de mudança para a era digital, confirmando o crescimento do grau de informatização das empresas de micro e pequeno porte. O aplicativo WhatsApp e a rede social Facebook são as ferramentas mais usadas pelas MPE na divulgação de produtos e serviços. Também são aproveitadas para estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar vendas.
De acordo com a diretora técnica e presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes, o estudo mostra como as tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. “Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento”, ressalta Heloisa.
A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE, sendo que o maior avanço ocorreu no uso das ferramentas digitais, em especial no caso do WhatsApp e do Facebook. A quantidade de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%, enquanto o WhatsApp é usado por 72% do setor para se comunicar com clientes, principalmente para disponibilizar informação de produtos ou serviços (59%), atender o cliente “on line” (59%) e fazer vendas (43%). O Facebook é usado para os mesmos fins, porém, em menor intensidade (respectivamente 37%, 24% e 17%).
Na comparação com o último estudo do Sebrae, realizado em 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos Microempreendedores Individuais (MEI), de 83% para 89% nas Micro Empresas (ME) e de 94% para 97% das Empresas de Pequeno Porte (EPP). Atualmente, 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet e o fazem predominantemente por meio do celular e do computador na empresa. A pesquisa realizou 6.022 entrevistas, entre abril e junho, em todo o País, por regiões, por porte e setor da empresa, por sexo, faixa etária e de escolaridade.
O Sebrae na Transformação Digital
Os dados da pesquisa mostram que as micro e pequenas empresas estão adaptando a gestão e comunicação com o cliente às inovações digitais, pautadas pela rápida e profunda mudança no comportamento das novas gerações. Atento a este universo, o Sebrae desenvolve projeto de Transformação Digital, que tem como base gerar valor para os pequenos negócios, fornecedores e parceiros, se tornando um grande hub de soluções aos empresários e potenciais empreendedores.
O sistema desenvolvido pela instituição é uma plataforma para promover agilidade, inteligência, reduzir custos, aumentar a capacidade de atendimento e de relacionamento com os donos de pequenos negócios. A proposta visa abranger e integrar os eixos de atuação estabelecidos no mapa estratégico da instituição, que são a Competitividade dos Pequenos Negócios, a Competitividade Estrutural e Sistêmica, o Estímulo ao Empreendedorismo e a Excelência na Gestão. 
Principais números da pesquisa
• Na comparação com 2015, o uso de computadores nas empresas passou de 56% para 57% no caso dos MEI, de 83% para 89% das ME e de 94% para 97% das EPP.
• 73% dos MEI, 91% das ME e 99% dos empresários das EPP acessam a internet no negócio, predominantemente por meio do celular e do computador na empresa.
• A proporção de empresas com página na internet mais do que dobrou, passando de 11% para 27% das MPE.
• A proporção de empresas com perfil no Facebook passou de 37% para 40%.
• 72% das empresas utilizam WhatsApp para se comunicar com clientes. O aplicativo é usado para disponibilizar informação de produtos/serviços (59%), atendimento (59%) e vendas (43%).
• 51% dos entrevistados acredita que as vendas pela internet e pelas redes sociais tem maior potencial de expansão, nos próximos cinco anos, do que as vendas tradicionais.
by Agência Sebrae de Notícias

Cinco dicas para vender mais pelas redes sociais


O Sebrae reuniu orientações para donos de pequenos negócios atraírem clientes utilizando mídias sociais e WhatsApp



As redes sociais já são parte da vida das pessoas e o Brasil é o país que mais usa as redes na América Latina. Por esse motivo, essas mídias tornaram-se importante ferramentas de comunicação para os empreendedores de pequenos negócios atraírem e fidelizarem clientes. Nesse contexto, é fundamental aproveitar o cenário e as oportunidades que surgem para que as micro e pequenas empresas tenham uma presença digital cativante e, ao mesmo tempo, estratégica.
Segundo o analista de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, Ivan Tonet, dois terços dos brasileiros estão conectados a alguma mídia social e o pequeno negócio pode se valer dessa realidade para alcançar o cliente de forma rápida, eficaz e próxima. “Fazer mídia e manter um relacionamento por meio das redes sociais é muito mais barato e acessível. A comunicação digital permite segmentar o seu público e possibilita que a marca transmita sua mensagem assertiva”.
Preparamos um roteiro com as cinco principais dicas para quem quer melhorar as vendas usando as mídias sociais. Confira abaixo:
Saiba usar cada canal de comunicação
É fundamental entender a particularidade de cada rede social para usá-las da melhor forma e agregar na comunicação.
Facebook é a presença da empresa, construção de imagem e do relacionamento, por meio de interação com os fãs.
Instagram mostra o cotidiano por meio de fotos e vídeos curtos, mostrando muitas vezes o que está por trás das cortinas, ou seja, o que o cliente não vê no dia a dia.
Twitter é melhor utilizado para conteúdos atuais e curtos.
Youtube é a rede mais consumida e permite explorar vídeos em diversos formatos como série, entrevistas, como fazer algo e mais.
WhatsApp é o canal que aproxima o empreendedor do cliente de forma mais relacional, por isso deve ser usado de forma consciente e não invasiva. É possível convidar clientes de outras redes para terem mais explicações via WhatsApp e deve forma permitir uma negociação mais personalizada.
Comunicação de qualidade
É importante que o pequeno negócio esteja atento ao conteúdo que será gerado e que adeque a comunicação ao seu público. Utilizar fotos e materiais de boa qualidade agregam e dão mais visibilidade à página da empresa na internet, tornando a comunicação mais assertiva. Portanto, é crucial investir em interatividade e criatividade de forma a gerar engajamento e interação com o cliente.
Canais de venda
Não é imprescindível ter um e-commerce. O empreendedor deve avaliar a real necessidade e a viabilidade de desenvolver esse canal de vendas. Cada alternativa tem uma finalidade e gera uma oportunidade específica, mas também traz o ônus de desenvolvimento de um sistema de gestão. Então, o empresário deve analisar o que é mais interessante de acordo com a sua realidade, já que é possível fazer a comercialização de produtos por meio das redes sociais. É possível, por exemplo, divulgar pelo Instagram, ter um canal de comunicação por meio do WhatsApp e ter um meio de pagamento online.
Gestão
Existem várias ferramentas que podem ser utilizadas para realizar a gestão das redes sociais da empresa para, por exemplo, programar postagens, acompanhar métricas, ver seguidores e engajamentos. Segundo o analista do Sebrae, é interessante ter perfis empresariais para acompanhar a evolução de seguidores, alcance da página, entre outros pontos. Assim, o empreendedor pode fazer uma gestão mais assertiva.
Público
É fundamental definir o perfil do público-alvo que se pretende atingir para que seja feito um direcionamento da comunicação. As redes sociais permitem que as informações sejam direcionadas, de modo 100% preciso, para um público específico - diferente de outros canais de comunicação que falam com um público geral. Vale também impulsionar/pagar posts patrocinados, que permitem direcionar a mensagem a um público maior, o que não seria possível de forma orgânica, ou mesmo direcionar uma comunicação para um público especifico, sem que apareça na linha do tempo do seu perfil, o chamado dark post.
by Agência Sebrae de Notícias

domingo, 5 de maio de 2019

Profissão do futuro: descubra o que faz um gerente de diversidade


Entenda como funciona o cargo e quais empresas se engajaram na causa!
O ano mal tinha começado quando a H&M deu o primeiro close errado de 2018. O motivo? Uma campanha infantil em que um menino negro usava um suéter com a frase "Coolest monkey in the jungle" (o macaco mais legal da selva), enquanto um garoto branco vestia uma peça que dizia "Mangrove jungle survival expert" (Especialista em sobrevivência na selva). Depois da polêmica e acusações de racismo dos internautas, a empresa pediu desculpas e contratou um "líder global de diversidade". Nós fomos atrás de outras organizações que trazem a posição em seu escopo e -- bingo! -- descobrimos que essa é mesmo uma área em crescimento, principalmente em startups que estão bombando, multinacionáis e firmas supertecnológicas.
Formada em direito e pós-graduada em filosofia do direito, Mariana Macário, gerente de diversidade do Google Brasil, conta que sempre teve um senso de justiça social. "Já trabalhei com políticas públicas e estou na empresa há 7 anos. A representatividade é uma premissa da companhia, então as atividades já eram desenvolvidas por várias pessoas." O trabalho da profissional funciona como uma consultoria, interagindo com todas as áreas da empresa, verificando as demandas e traçando planos e soluções que estejam alinhados com a filosofia do Google. "Trabalhamos também com o treinamento dos funcionários, trazendo consciência aos que ainda têm um pensamento preconceituoso enraizado. É muito importante que não seja só um discurso. Nós trabalhamos ativamente para que isso se torne parte da cultura", explica.
Quem também faz um trabalho superbacana na área é o Facebook, que conta com uma equipe e uma diretora global de diversidade e inclusão desde 2013. Maxine Williams é a cabeça da área e já conquistou avanços super-relevantes. "Anunciamos há um tempo que homens e mulheres ganham o mesmo valor em trabalhos similares. Além disso, os dois têm o mesmo tempo off de licença-maternidade em todos os países. Hoje, há funcionários que são de origens diferentes e que se sentem capacitados para discutir seus papéis na empresa", diz. " Ter uma equipe diversificada é essencial para garantir os melhores serviços para as comunidades no Facebook. Acreditamos que é importante para todos em uma empresa fazer da diversidade um dos princípios."  
Algumas organizações acharam um jeito diferente de colocar o assunto na pauta das prioridades. O GuiaBolso, uma das startups que mais cresce nos últimos tempos, organiza comitês para falar de diversos assuntos, incluindo a diversidade. O grupo, que é composto pelos próprios funcionários que se interessam pelo tema, se reúne frequentemente e realiza ações dentro da empresa. Lais Domeneghetti, CRM Lead e membro da Comissão, conta que na companhia há um encontro quinzenal para compartilhar experiências. "30% dos cargos de liderança é ocupado por mulheres. Existe um projeto para aumentarmos a contratação do público feminino e negro principalmente na área de tecnologia", conta Lais
Na moda, a área ainda engatinha. A C&A leva o assunto à tona também com um esquema de comitê, enquanto outras grandes marcas não têm representantes especializados no assunto. Luiza Brasil, nossa colunista, já prestou consultoria para diversas marcas e acredita que falta muito para o setor chegar lá. "Os negros, por exemplo, estão cada vez mais estampando capas de revista e ganhando uma notoriedade de imagem. Mas as empresas ainda não se preocupam com a ocupação nos espaços em termos intelectuais: departamentos, cargos de liderança, presidência. Queremos mais do que ser imagem. Queremos colocar nossas ideias em prática e a moda ainda é um lugar que tem bastante deficiência em entender o negro como intelectual." A gente espera que esse cenário mude daqui para a frente, porque o mundo fashion precisa de representatividade total. E nós estamos de olho.
by Isabela Serafim 

Conheça 5 carreiras que estão em alta no mercado digital


Digital marketing, community manager, advogado digital e outras profissões promissoras, veja aqui!
Novas profissões despontam no mercado digital como as mais promissoras de 2019, segundo o LinkedIn e gigaempresas de recrutamento. Iniciando a carreira ou procurando recolocação? Você precisa ler isto!

1. Digital Marketing

Tá, não é uma profissão assim tãaao nova. Mas é a bola da vez! Segundo levantamento da PageGroup (empresa de recrutamento de executivos), a área responsável pela promoção da marca por meio das mídias digitais segue bombando em 2019. E isso acontece em todos os níveis: do analista (cuja remuneração varia entre R$ 2.000 e R$ 4.000, de acordo com a Catho), que deve atrair novos clientes e manter relacionamentos, ao gerente de performance (com salário de até R$ 15 mil), responsável, principalmente, pelo direcionamento dos investimentos do business, baseando-se nas análises dos resultados das ações anteriores. Dica de ouro para prosperar na área: conheça bem seu público. “As ações nas redes precisam fazer o seguidor se sentir da ‘turma da marca’. Só assim vai despertar nele o desejo de compra e, posteriormente, fidelizá-lo”, explica Ju Ferraz, diretora da empresa de live marketing Holding Clube.

2. Community Manager

Interagir com os grupos online: esse é o job description do gerente de comunidade, carreira super em alta neste ano. Nunca ouviu falar? Saiba que este é o profissional que se comunica diretamente (respondendo um post no Instagram da marca, por exemplo) ou indiretamente (criando ações de engajamento para a mesma) com clientes, influencers e seguidores. Com salário inicial de R$ 3.000, segundo o Vagas.com, ele também faz a conexão entre as áreas de conteúdo, marketing e desenvolvimento de produto, explicando necessidades do cliente e virais da internet que nem sempre estão claros para toda a equipe. “O community manager tem que ter habilidade para lidar com pessoas e um texto excelente – uma vez que vai informar majoritariamente pela forma escrita. Também precisa estar sempre a par das inovações tecnológicas e conseguir gerir situações inesperadas, como ataques digitais e críticas negativas”, afirma Flávia Goulart Pereira, líder da área de Parcerias de Comunidade do Facebook na América Latina.

3. Mobile

Os profissionais de TI puxaram a demanda das inovações em 2018 e seguem surfando uma onda boa. Segundo a PageGroup, a área de desenvolvimento mobile (cuja remuneração pode chegar a R$ 17 mil) ainda tem muito a crescer, uma vez que a maioria dos serviços do mundo analógico continua migrando para o digital e, pela primeira vez, em julho de 2018, o uso exclusivo de celular para acessar a internet ultrapassou o uso misto (celular + computador). Os desenvolvedores back-end (que fazem melhorias na programação do site) e os front-end (que cuidam do layout, tudo aquilo que vemos e clicamos) também estão em alta e devem encontrar vagas sobretudo em fintechs – as startups de investimento, como Banco Neon e Nubank. O salário na área varia entre R$ 7.000 e R$ 13 mil.

4. Produtor de vídeo

Que o mundo está praticamente 100% digital e visual nós já sabemos (e o sobrinho pequeno que não sai do YouTube está aí para confirmar). Profissionais dedicados a elaborar roteiro + manipular equipamentos + captar + editar são cada vez mais procurados. O número de canais com mais de 1 milhão de inscritos na América Latina aumentou 90% em 2018 e, no Brasil, 800 canais atingiram a mesma marca, segundo levantamento do YouTube. Tem mais: de acordo com o LinkedIn, o streaming de vídeo (tipo a Netflix) já representa 70% de todo o tráfego na internet (uau!). O salário médio do produtor de vídeo é  R$ 3.400, diz a estimativa da agregadora de dados do mercado Love Mondays.

5. Advogado Digital

Se em algumas áreas ser multitask é valorizado, em outras, focar em uma expertise é o caminho. Segundo a Catho, não vai faltar trabalho para o advogado especializado em direito digital em 2019. O profissional, com remuneração entre R$ 4.000 e R$ 7.000, é requisitado na resolução de crimes cibernéticos, tais como o uso indevido de imagens,
o roubo de informações, o vazamento de fotos e o cyberbullying. Está na faculdade ou já atua como advogadx e se interessou? Há tanto especialização em direito digital e das telecomunicações, quanto pós-graduação em direito digital e compliance.

Para chegar lá

Saber inglês continua sendo importante, of course, mas habilidades emocionais e comportamentais estão valendo ainda mais! É o que indica o relatório “Tendências Globais de Talento”* do LinkedIn, em que 95% dos profissionais de RH consideram as soft skills o futuro do recrutamento. Aqui as top 5 da vez:
1. Criatividade
Afinal, robôs não pensam em soluções.
2. Persuasão
Pois um bom produto não é só um produto.
3. Colaboração
Lembre-se: duas mentes pensam melhor que uma.
4. Adaptabilidade
Porque o mundo está em constante mudança.
5. Gerenciamento de tempo
Ocupadx não é sinônimo de produtivx. ;-)
*Pesquisa global Talent trends 2019 feita pelo linkedin com 5.164 profissionais  de recrutamento de todo o mundo, incluindo o brasil
by Flávia Bezerra, Glamour

quarta-feira, 27 de março de 2019

Gestão de Barber Shop: Como criar um plano de negócios

Você sabe como criar um plano de negócio para a sua barbearia? O novo cenário econômico tem levado muitas pessoas a procurarem alternativas para ganhar dinheiro. Esse comportamento social é responsável por suscitar nas pessoas um espírito empreendedor. Neste artigo iremos falar sobre Gestão de barber shop: como criar plano de negócio.

Existem pontos positivos para quem deseja empreender em uma gestão de Barber Shop, ou como convencionalmente chamada, barbearia. Neste post, irei apresentar o procedimento para se montar uma barbearia lucrativa.

Tenha um planejamento financeiro

Não adianta pensar em investir num negócio de gestão de barbearia sem ter, de fato, o que investir. Muitas pequenas empresas não conseguem passar do primeiro ano por não ter uma reserva (capital de giro) ou, o que considero ainda pior, não ter um capital inicial.
O primeiro ano é instável, cheio de imprevistos que deverão ser amenizados com um bom planejamento financeiro. Quanto menos surpresa, melhor. O seu lucro aparecerá, mas a longo prazo, então tenha um valor reservado para montar a sua barbearia e mantê-la por um tempo.

Análise de mercado

Consiste na observação dos fatores econômico e regional com a finalidade de inferir a reação entre os clientes que você procura e o seu produto. Aqui você pensa em localização, concorrência, popularidade da sua proposta, entre outros.
Recomendamos consultas a profissionais, como por exemplo, ao  SEBRAE, cuja finalidade é auxiliar novos empreendedores com informações, capacitações e consultorias. Finalmente, por mais informações que você obtenha por meios formais, o mais importante é que você pesquise e faça a sua análise de mercado.

Abertura sem imprevistos

Defina um nome para o seu novo empreendimento, legalize conforme todos os aspectos legais (tipo de sociedade empresária, Contrato Social etc.) e revise todos os procedimentos com um profissional da área. A abertura de uma empresa pode ser feita com o auxílio de um contador, porém você pode ir até a prefeitura da sua cidade, se informar sobre todo o processo e executar a abertura por conta, caso prefira.

Gestão do negócio

Você está abrindo uma barbearia, precisará de um sistema de gestão. Tenha cuidado com os horários dos agendamentos de seus clientes, anote os recebimentos e gastos/investimentos. Você também precisará de analisar o fluxo do estoque para que não falte ou estrague produtos.
Falando em produtos, dê preferência à qualidade. Lembre-se que você está trabalhando com a beleza e a saúde das pessoas e deseja que o seu cliente retorne.
Recomendo que você adquira um programa de gestão (software) para otimizar esse trabalho.

Divulgação

Por fim, faça um plano de Marketing. Invista nas redes sociais e em sites e blogs. Contrate um profissional de produção de conteúdo e faça uma divulgação estratégica. Não faça por conta própria, pois no mercado, há diversos profissionais e agências de produção de conteúdo criativo que são especialistas em conduzir o seu cliente até você. Lembre-se: Não ser divulgado é melhor que ser mal divulgado.

by Dom Juan Pomade
Gestão de Baber Shop: A importância da análise de mercado

Neste artigo, iremos falar sobre a importância da análise de mercado para a abertura da sua barbearia. Faz parte de um conjunto de artigos voltados para a gestão de barber shop. Primeiramente, vamos entender o que significa essa expressão para então abordar alguns aspectos que te nortearão para montar o seu.

Antes de iniciar efetivamente qualquer investimento, você precisa se certificar de que terá o retorno esperado, para isso, precisará de uma boa gestão da barbearia. Considerando o súbito crescimento do setor de cosméticos para o público masculino, é fácil chegar a duas conclusões:
  1. Há muitos clientes que procuram por esse serviço;    
  2. Há muitos profissionais que oferecem esse serviço.
A lógica pela qual você deverá se nortear é: Como eu terei conhecimento sobre o funcionamento do mercado de barber shop e como irei atuar?
Até aqui você já pôde perceber a importância da análise de mercado para a gestão da barbearia, pois é um dos principais integrantes para produzir um plano de negócio bem elaborado. Vamos entender agora as informações que você precisará obter.

Buyer persona

A tradução literal dessa expressão é “cliente que compra”, ou seja, trata-se do cliente ideal para o negócio. Aqui estarão as informações pessoais, sociais, intelectuais e profissionais de um cliente fictício para dar pessoalidade e ter como parâmetro do cliente que você espera que entre pelas portas da sua babearia.
A partir do momento que você conseguir estabelecer três ou mais perfis, poderá trabalhar as estratégias sobre como alcançá-lo, afinal, não é possível procurar alguém sem saber quem se está procurando.

Segmento de cliente/mercado

Como, neste artigo estamos trabalhando o tema “Gestão de barber shop: A importância da análise de mercado”, um dos pontos primordiais após definir perfis de clientes ideais, é estabelecer qual o seu segmento de clientes. Aqui, você irá reunir as características que os seus clientes têm em comum e como você conseguirá encontrá-los.
Segundo as orientações do SEBRAE, este é o momento de se fazer três perguntas:
  1. Quem compra?
  2. O que compra?
  3. Por que compra?
Essas informações serão importantes para construir uma estratégia de marketing.

Análise de concorrência

Um fator fundamental aqui é a localização. Há outras barbearias na região? Se não, porque? Há histórico de barbearias que não deram certo? Se houver histórico, quais foram os erros?
Se na sua região, porém, existirem outras barbearias, você precisará fazer uma análise de concorrência para decidir se realmente será uma boa ideia abrir o seu negócio ali. Em 2015, o site Exame do grupo Abril, registrou uma pesquisa da empresa Euromonitor Internacionalmostrando um aumento de 7,1% no mercado de beleza masculina, ou seja, existem, de fato, muitos concorrentes.
Tenha, então, em mente que será necessário, para ganhar vantagem sobre a concorrência, escolher um público específico, apresentar um serviço de qualidade, fazer uma divulgação estratégica e se estabelecer em uma boa localização. São alguns dos requisitos para a  garantia de sucesso.

Fornecedores

Muitas empresas iniciam as atividades sem pesquisar os fornecedores e como terão acesso aos seus produtos. Este é um ponto extremamente importante, já que compõem a maior parte do investimento a ser feito, portanto, não existe plano de negócio e análise de mercado sem análise de fornecedores.
Alguns pontos são importantes:

Procure fornecedores com produtos de qualidade

Existe um ciclo natural no mundo dos negócios. Se as barber shops crescem, os fornecedores também. O seu fornecedor será composto por empresas de cosméticos, móveis para barbearia, lojas de acessórios e equipamentos gerais (secador, máquina de corte, esterilizador etc.).
As promessas são muitas, mas você precisará tomar alguns cuidados na hora de adquirir os produtos, como por exemplo, pesquisar sobre a qualidade deles. Utilize a internet como ferramenta de pesquisa, sites como Reclame Aqui mostram a reputação de empresas e produtos diversos.

Contabilize o custo da entrega

Ao adquirir um produto, há três possibilidades:
  1. Você compra o produto pela internet e há a cobrança pelo frete referente à entrega;
  2. Você compra o produto na loja e tem um gasto com o transporte próprio;
  3. Você compra o produto na loja, porém não consegue transportá-lo e precisa do serviço de entrega, gerando cobrança pelo frete referente ao frete.
É importante contabilizar tudo, pois posteriormente, esse será um fator fundamental para definir o preço dos serviços prestados na sua barber shop.

Invista em produtos de manutenção

Produtos de manutenção, também conhecidos como “linha cliente”, são aqueles que o seu cliente usará em casa para manter a qualidade do seu serviço até que volte para a sua barbearia. Abaixo listamos quatro motivos para você investir em tais produtos:  
  1. Garantir a durabilidade do seu serviço;
  2. Proporcionar ao cliente confiabilidade na sua barbearia;
  3. Estabelecer um vínculo entre você e seu cliente;
  4. Ter uma renda extra com revenda de produtos.
Mas cuidado, pois recomendar ou revender produtos de péssima qualidade pode causar o efeito contrário e ser fator definitivo para perda de cliente. Procure empresas como a Don Juan Pomade, que investe em produtos específicos para o público masculino de base natural.
Agora é com você! Faça a sua análise de mercado e invista com segurança. O próximo passo será estabelecer uma sólida gestão de negócio para a sua barbearia.
PLANO DE NEGÓCIO É O PRIMEIRO PASSO PARA EMPREENDER

Para abrir um pequeno negócio, não basta uma boa ideia – é preciso planejamento, busca de informações e ajuda de especialistas

Atualmente, pelo menos 48 milhões de pessoas com idade entre 18 e 64 estão envolvidas em um pequeno negócio no Brasil e a expectativa é de que até o final de 2019, serão pelo menos 17,7 milhões de micro e pequenas empresas no país.
Segundo a pesquisa GEM/2018, ter seu próprio empreendimento é o quarto sonho dos brasileiros. Mas, para que isso aconteça, uma boa ideia não basta.
É preciso, antes de tudo, fazer um planejamento detalhado, que é o plano de negócio, instrumento ideal para pensar cuidadosamente cada uma das etapas que antecedem a abertura ou expansão da empresa e a própria viabilidade do empreendimento.
O plano de negócios é quem vai dar a segurança necessária ao empreendedor para que ele tenha êxito na criação ou ampliação do negócio ou até na promoção de inovações. Será por meio dele que o futuro empresário vai verificar a viabilidade de sua ideia e buscar informações mais detalhadas sobre o ramo de negócio em que ele pretende investir, além dos produtos e serviços que irá oferecer, quem serão seus clientes, seus concorrentes e fornecedores.
É também na formatação do plano de negócio que o empresário vai identificar os pontos fortes e fracos do seu negócio. Ao final, o plano vai ajudar o empreendedor ou futuro empresário a avaliar se vale a pena abrir, manter ou ampliar o empreendimento.
Foi o que fizeram Samar e o marido Nijed Semann, antes de começar a comercializar a pasta de alho Oh my Garlic, no Distrito Federal.
No começo, restrito ao restaurante da família, o produto era bastante apreciado pela freguesia, o que levou o casal a pensar em entrar no mercado de Brasília. “Fizemos um plano de negócio bem elaborado com a ajuda do Sebrae, pesquisamos preços e conversamos com consumidores”, afirma a empresária, explicando as medidas tomadas antes de começar a vender a pasta em grande escala. 
“A proposta básica do plano de negócios é que ele seja uma bússola para mostrar o caminho que o empreendedor vai tomar”, afirma o especialista em empreendedorismo do Sebrae, Enio Pinto.
Ele explica que, em primeiro lugar, é preciso construir um roteiro e definir em qual segmento a empresa irá atuar, seja no comércio, serviços ou indústria.
Depois, é necessário sair a campo para buscar informações, por meio de consultores do Sebrae, que fazem o atendimento gratuitamente, ou de profissionais que já atuam no ramo desejado pelo futuro empresário. Em seguida, conforme Enio, é preciso fazer uma autoavaliação para definir quem ficará à frente do negócio.
O conhecimento sobre o mercado um aspecto extremamente relevante no plano de negócio, comenta o especialista. “Isso envolve uma análise cuidadosa sobre o fornecedor, a concorrência e o consumidor”, explica Enio.
“O empreendedor tem que saber se quem vai fornecer os insumos tem qualidade, quais serão seus principais concorrentes e quem é o seu cliente potencial, definindo o perfil e o quantitativo do público-alvo”, acrescenta.
Além disso, outro fator crucial no planejamento do negócio é a questão financeira. O futuro empresário precisa saber quanto vai precisar para investir no empreendimento e de onde vai tirar os recursos, bem como avaliar se a margem de lucro será suficiente para a saúde do negócio.
“O Sebrae conta com um curso online - Iniciando um Pequeno Grande Negócio (IPGN) -  que tem o objetivo de qualificar o empresário para fazer seu plano de negócio, e que pode ser realizado de forma presencial ou por meio da internet”, observa Enio.
Ele ressalta que, após isso, o empreendedor poderá fazer o Empretec, uma metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) que busca desenvolver características de comportamento empreendedor, bem como identificar novas oportunidades de negócios. O método no Brasil é realizado pelo Sebrae desde 1993.
Os principais passos para se fazer um plano de negócio
• Procure definir os objetivos do negócio
• Quais os principais produtos e/ou serviços
• Quem serão seus principais clientes
• Onde será localizada a empresa
• O montante de capital a ser investido
• Qual será o faturamento mensal
• Que lucro espera obter do negócio
• Em quanto tempo espera que o capital investido retorne

QUER ABRIR UM NEGÓCIO DE SUCESSO? RESPONDA 3 PERGUNTAS ANTES

Entenda se o empreendedorismo é mesmo para você


Não faltam pesquisas que mostram que mais da metade dos brasileiros sonha abrir o próprio negócio. Você, muito provavelmente, se encaixa nesse grupo. Mas será que empreender tem mesmo a ver com seu perfil?
Antes de se aventurar no mundo do negócio próprio, é muito importante fazer três perguntas básicas a si mesmo, segundo Brian Scudamore, empreendedor canadense. Em um artigo publicado no site da Forbes, ele sugere essas questões com base em sua própria experiência.
1. Você está disposto a fazer e oferecer o melhor possível?
Independentemente do seu nicho de atuação, desejar ter o melhor produto ou serviço -- e agir para alcançar isso -- é fundamental para ter sucesso nos negócios. Você está preparado para encarar esse desafio?
2. Seu negócio resolve um problema?
Para sobreviver e crescer, inevitavelmente o seu empreendimento precisa oferecer soluções a algum problema de seus consumidores, sejam eles outras empresas ou pessoas físicas. Pense bem: se o seu negócio não traz solução nenhuma, é preciso rever a ideia.
3. Você está sendo inovador?
Sua empresa resolve um problema de maneira tradicional ou convencional demais? Ela não traz nenhuma grande novidade ao mercado? Então é preciso atenção! Negócios de sucesso costumam ser inovadores e disruptivos. Eles encaram antigos desafios de novas maneiras e, por isso, saem na frente dos concorrentes.
by GEPN