quinta-feira, 21 de novembro de 2019

      Franquias que custam até R$ 15 mil


Conheça algumas opções de franquias que exigem baixo investimento para começar.


Praticamente inexistentes há três anos, as franquias de baixo custo crescem em ritmo acelerado no Brasil, despontando principalmente como oportunidade de negócio para a classe C, e já chegam a representar 5% do mercado de franquias no Brasil, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

De acordo com a pesquisa, cerca de 80 companhias oferecem franquias com custo de até R$ 50 mil no país. Juntas, elas já possuem mais de 2 mil franqueados nas 27 unidades da Federação. No ano passado, o faturamento do setor cresceu 25% e expectativa é de um crescimento da mesma ordem para este ano.

Para Filomena Garcia, sócia diretora da Franchise Store, especialista na venda de franquias, a modalidade democratiza o acesso ao mercado de franquias. “Atende o pequenos investidor que quer entrar no processo de franquia e não dispõe de muito capital ou simplesmente não quer apostar muito alto”, destaca.

A especialista alerta, contudo, que é preciso ajustar as expectativas ao tamanho do negócio para evitar frustrações. “Normalmente é um negócio de uma pessoa só ou de poucos funcionários, com limites para crescer. O caminho para quem quer continuar expandindo a operação e aumentando a rentabilidade é comprar mais unidades”, destaca.

Embora o investimento seja mais modesto, o processo de seleção da marca deve ser tão criterioso quanto ao investir em franquias maiores. “É importante avaliar o histórico, falar com outros franqueados, entender o tipo de suporte oferecido pela rede e o seu plano de expansão”, enfatiza. Conheça a seguir 8 opções de franquias de até R$ 15 mil para investir.


Rastreamento de veículos

Com investimento inicial de R$ 7 mil, a franquia UnepxMil está em expansão acelerada. Somente neste ano, a marca já credenciou 60 novos franqueados e meta é chegar a 500 novas unidades até o final do ano, somando-se aos mais de 600 franqueados atuais da rede. A marca presta serviços de assistência veicular 24 horas, com atendimento em todo país e rastreamento e bloqueio de veículos de passeio e cargas. O prazo para retorno do investimento é de um ano e o faturamento médio mensal é de R$ 3 mil mensais após os seis primeiros meses de operação. A empresa atua no sistema de franchising desde 2008.


Informática educacional

Com mais de 15 anos de experiência em informática educacional, a Computertoys está presente em mais de 128 creches e escolas da educação infantil ao ensino médio no Rio de Janeiro. A rede iniciou seu projeto de franquia em 2006 e conta com 20 franqueados espalhados pelo país. O investimento para abrir uma unidade começa em R$ 15 mil e o prazo previsto para retorno é de 12 meses, com expectativa de faturamento de R$ 5 mil mensais. Como parte do pacote inicial, a rede oferece treinamentos, manuais pedagógicos e de gestão, além de carência de três meses para início do pagamento da taxa de royalties, que é de 5% do faturamento ou R$ 400 – o que for maior. A rede quer chegar a 30 franqueados neste ano.


Plano de saúde automotivo

Com expectativa de retorno do investimento em até seis meses, a Auto Brasil oferece franquias com potencial de faturamento mensal de R$ 7 mil. A rede oferece assistência para motos e carros, prestando serviços que vão desde troca de pneu e chaveiro até babás e hospedagem de animais em casos de emergências com veículos segurados. O investimento inicial para abrir uma franquia da rede é de R$ 2,5 mil. A marca, que atua no sistema de franchising desde 2010, já possui 13 franqueados e pretende chegar a 22 até o final do ano.


Depilação em domicílio

A franquia Light-Depil leva a tecnologia de fotodepilação ao domicilio da cliente. Aprovado pela FDA, agência norte-americana reguladora da saúde, em 1997, o tratamento elimina pelos por meio da aplicação de suaves pulsos de luz na pele. Para entrar no negócio, o empreendedor investe R$ 4,5 mil – além de um salário mínimo por mês em royalties –, tendo direito a treinamento, kit com aparelho de depilação, além de 50 mil panfletos, uniforme, banners e captação de clientes através do site da Light-Depil. O prazo de retorno sobre o investimento é estimado em apenas dois meses.


Estética automotiva

Com investimento de apenas R$ 2,5 mil é possível adquirir uma franquia da marca Auto Spa Express, voltada à prestação de serviços de estética automotiva e lavagem ecológica de carros em domicílio. Além do uso da marca, o valor dá direito a treinamento, carrinho de transporte, produtos e materiais para lavagem de até 400 carros, kit de materiais para estética automotiva, dois uniformes, 50 mil panfletos, aspirador de pó para carros e espaço no site para captação de clientes da Auto Spa Express. Além da taxa de adesão, o franqueado paga um salário mínimo por mês de taxa de royalties. O faturamento mensal para uma operação de um funcionário é de R$ 4 mil a R$ 5 mil. O modelo foi testado em unidade piloto e já tem a adesão de 4 franqueados –a meta é chegar a 100 até o final do ano.


Compras coletivas

Com um investimento de R$ 1 mil mensais mais royalties de 10% sobre o faturamento é possível ingressar no mercado de compras coletivas através da franquia RCifrão. Criada recentemente, a marca tem apenas uma franquia em operação, mas está em processo de seleção para ampliar sua atuação. A rede estima o faturamento do franqueado em mais de R$ 10 mil mensais. Vale lembrar, contudo, que este é um segmento bastante disputado, com mais de 1 mil sites, e que o maior volume de negócios – cerca de 80% – está concentrado nas mãos dos três maiores serviços do setor, de acordo com dados da consultoria e-bit, especialista em e-commerce.


Lavagem a seco

Com mais de 60 unidades em funcionamento no país e duas unidades em operação na Índia, a DryWash ajudou a popularizar a lavagem de carros sem água no Brasil, utilizando o processo de cristalização e fragmentação da sujeira. A rede oferece ainda outros serviços, como higienização do interior do carro, limpeza do ar condicionado e hidratação de bancos de couro, entre outros. A marca trabalha com diferentes modalidades de franquia, sendo que a mais simples custa cerca de R$ 13,5 mil para capital e grande São Paulo e R$ 7,8 mil para demais regiões. A previsão de retorno sobre o investimento é em até 36 meses.


Fonte: Exame.com

5 objetos que devem ficar fora da mesa de trabalho

Alguns itens podem tirar a concentração ou até mesmo causar constrangimentos, dizem especialista

"Deixe papéis em cima da mesa apenas quando necessário"
São Paulo – Alguns objetos que você deixa na mesa de trabalho podem tirar a sua concentração durante o dia e até acabar com a sua reputação perante os colegas de empresa. “O mais indicado para um ambiente corporativo é manter uma mesa clean, sem muitos enfeites ou bibelôs. É preciso que as pessoas entendam que esse ambiente não pode, e nem deve, ser confundido com o espaço da sua vida pessoal, já que a sua mesa é um lugar público”, diz Eliete Teixeira, Personal Organizer.
Não adianta pensar que como a mesa é sua tudo está permitido. “Uma boa analogia com o que pode, ou não, ser feito no ambiente de trabalho são as redes sociais. Por mais que o perfil seja seu, você não pode descuidar do que coloca ali porque todos estão vendo o que você posta. Da mesma forma o que você deixa sobre a mesa acaba tornando-se público”, ressalta Renato Grinberg, CEO da Currículo Autêntico.
A importância do local de trabalho é tanta que estudos apontam que exercer sua função em um lugar organizado já é um ótimo passo para que você seja mais eficiente e consiga agilizar as tarefas que dependem de você. Por isso, com a ajuda de especialistas, EXAME.com listou os artefatos que você deve deixar de lado quando o assunto é mesa de trabalho.
1. Papéis, papéis e mais papéis
Você é daqueles que acumula diversos papéis porque anota tudo neles? Pois então mude de estratégia. “Isso faz com que você, além de perder tempo, precise sempre procurar onde você anotou aquele telefone importante. Também passa a imagem de desorganização para quem trabalha ao seu lado”, avalia Grinberg.
Pode parecer exagero, mas quando há uma montanha de papel acumulado sobre a sua mesa, a sensação é de que você ainda tem muito trabalho por fazer, o que também não é bom. “Opte por um organizador de papéis, que deve ficar dentro da gaveta, apenas sobre a sua visão”, recomenda Eliete.
2. Acessórios
A mesma regra funciona para as canetas, o grampeador, os clipes e tudo mais que você deixa à vista. “Se você não for usar sempre, coloque junto com os papéis dentro da gaveta. Isso fará com que você tenha um ambiente mais aconchegante para trabalhar, já que ganhará espaço”, conta Eliete. Não precisa de nada mais”, pontua Grinberg.
3. Descarte as fotografias
Muita gente diz que ter fotos da família sobre a mesa ajuda no trabalho. Os especialistas discordam. “No ambiente de trabalho os porta-retratos acabam funcionando como uma bela distração, já que muitas vezes você irá se pegar admirando a fotografia”, diz Grinberg. Se você gosta de deixar alguns retratos por perto para relaxar em certos momentos, opte apenas por uma foto significativa. “Nada de ter a mesa forrada de fotografias”, alerta Eliete.
4. Esqueça o celular
O smartphone está todo o tempo em cima da mesa? Então guarde-o na bolsa, pois isso, certamente, vai tirar a sua atenção vez por outra. “Impreterivelmente ele vai tocar ou então você receberá uma mensagem. Isso, com toda certeza, vai distraí-lo, o que não é nada bom”, avalia Eliete. Hoje, com o uso cada vez mais frequente da tecnologia, você precisa ter força de vontade para saber quando você pode, ou não, fazer uso dela, diz a especialista.
5. Preferências pessoais
Nem o seu time do coração nem a religião que você segue precisam ficar expostos sobre a mesa. “Não deixe santinhos ou escudos de time sobre a mesa, pois isso gera piadinhas desnecessárias e pode até causar situações constrangedoras em alguns casos”, afirma Grinberg.

4 dicas para as equipes de vendas e marketing trabalharem juntas

A tecnologia facilitou a integração das áreas, diz Letícia Bahlis, especialista em vendas da Resultados Digitais, no RD Summit. 

O departamento de marketing atrai o consumidor e a equipe de vendas vende, certo? Não. Com a onipresença da internet, essa divisão de tarefas perdeu sentido. “60% das decisões de compra já estão tomadas antes de o consumidor falar com o vendedor”, afirma Letícia Bahlis, especialista em vendas da Resultados Digitais, no RD Summit, em Florianópolis (SC). "A equipe de vendas precisa ajudar a desenvolver o produto e a estratégia, assim como a equipe de marketing deve ter preocupação com o resultado".

Segundo Letícia, marketing e vendas conversam pouco nos pequenos e médios negócios. Mesmo entre os clientes da RD – que ao buscar consultoria, imagina-se, estão atentas às tendências de gestão. “Entre as empresas que nós atendemos no primeiro semestre, 73% disseram não estabelecer nenhuma ligação entre os dois setores. Em 27% dos casos, o marketing não se preocupa em saber se as sugestões enviadas se converteram em venda”, afirma. Para aproximar os dois grupos, ela propõe quatro passos:


1- Fazer reuniões para alinhar estratégias

“Faça planejamento junto, forme grupos mistos. Investigue por que o vendedor não conseguiu aproveitar as oportunidades criadas pelo marketing”, diz Letícia. "Apresente os materiais que você está pensando em criar, ou que vai lançar esse mês, para o departamento de vendas saber o que está chegando", diz. "Atraído pela campanha, o público vai buscar o vendedor. Se esse for pego de surpresa, estiver desinformado, o negócio pode não se concretizar."

2- Compartilhe estratégias

"Marketing precisa conhecer o desempenho da equipe de vendas para saber se as estratégias estão funcionando", aconselha. "Compartilhem os números todos, de lado a lado. Acompanhe a taxa de conversão de oportunidades em vendas".


3- Estabeleça um SLA (service level agreement) entre as áreas

As duas equipes precisam entender quando e por quê um potencial cliente passa de fase no funil de conversão. "Estabelecer um acordo é fundamental, porque uma área depende da outra", diz Letícia.

4- Use ferramentas para compartilhar informações

A integração entre as equipes de vendas e marketing será lenta e trabalhosa se não for acompanhada da integração de ferramenta. “A empresa precisa levar as informações de marketing para o CRM e levar do CRM informações para o marketing”, aconselha. “Você precisa garantir que você sabe se está vendendo ou não, se está gerando oportunidade ou não. Essa é a grande diferença.



by Marcelo Moura, PEGN

6 microfranquias de até R$ 7 mil para trabalhar em casa


Confira oportunidades de negócio para quem deseja investir pouco e administrar uma empresa no home office

Trabalhar de casa é o desejo de muitos. Uma forma de realizar esse sonho é se tornar um franqueado home-based.

Existem empresas que oferecem a opção de franquia home-office, ou seja, você não precisa de um escritório comercial para ser um franqueado. Se você se interessou por esse modelo, e não pode investir muiito dinheiro, veja seis opções de microfranquias para trabalhar de casa, com investimento de até R$ 7 mil.

Fundada em 1986, em Minas Gerais, a Vilesoft é uma empresa que desenvolve software para gestão de empresas de diversos portes e segmentos. Entre eles, indústria, telemarketing e até de saúde.
Para ser um franqueado home-based da empresa, o investimento é de R$ 1,9 mil.
A Esthetic Green é uma união de loja de dermocosméticos e centro de estética. Entre os produtos vendidos pela empresa, há 12 marcas disponíveis, além de 30 serviços de estética
Você pode ter uma franquia em casa da Esthetic Green investindo R$ 1,9 mil.
A rede de escolas de inglês College Personal English foi fundada em 1995, por João Araújo, em Minas Gerais. O foco da escola é o ensino do idioma a universitários e, uma das possibilidades são as aulas online.
Os franqueados também      podem aderir ao modelo de franquia online, em que ficam responsáveis pelos contatos comerciais, podendo dar ou não as aulas. Para esse modelo, trabalhando em casa, o investimento é de R$ 2,6 mil.
A AcquaZero foi criada em 2009 pelo empreendedor Marcos Mendes. A proposta da rede de franquias é lavar o carro gastando menos de um copo de água. O segredo da limpeza diferente está em um produto químico desenvolvido pela própria marca.
O investimento inicial necessário para ter uma unidade da AcquaZero é de R$ 5,5 mil.
A PremiaPão é especializada na comercialização de publicidade em sacos de pão. Fundada por jovens empreendedores, a empresa tem, hoje, mais de 200 unidades espalhadas pelo Brasil.
Para ser um franqueado home-based da PremiaPão, é preciso investir R$ 6 mil.
6. CI
Fundada em 1988, por dois empreendedores brasileiros, a CI é uma empresa de intercâmbios. Ela oferece cursos de idiomas em diversos países, intercâmbio de férias para adolescentes, programas de estágio e de trabalho remunerado, mochilões, cursos profissionalizantes, entre outras opções.
Você pode ter uma franquia da CI em sua casa com o investimento de R$ 7 mil.

by PEGN

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Inovação não é tecnologia!


Toda vez que falamos sobre inovação, é comum as pessoas acharem que estamos falando sobre tecnologia, mas isso não é 100% certo.


Toda vez que falamos sobre inovação, é comum as pessoas acharem que estamos falando sobre tecnologia. Ao tocar no assunto, tem sempre alguém que se lembra de um caso com uso de aplicativos, drones, realidade virtual, etc. Mas posso garantir: inovação nem sempre tem a ver com tecnologia.
Existem muitos tipos de inovação. A inovação tecnológica é só uma das possibilidades, assim como a disruptiva, que é aquela que muda completamente o que existia antes, criando um verdadeiro divisor de águas. No entanto, não é todo dia que conquistamos uma inovação dessas. No dia a dia, outros tipos de inovação são muito frequentes e possíveis.

Uma delas é a incremental. Muitas vezes, ela se parece mais com processos de melhoria contínua do que com inovação de fato. Mas, ao longo de várias versões, é possível perceber a inovação acontecendo. Um bom exemplo são os aparelhos de TV. Se compararmos aquele “tubão” preto e branco de décadas atrás com as telas ultrafinas e inteligentes que vemos hoje, chegamos a pensar que nem se trata mais do mesmo produto.
Outro tipo de inovação que gosto muito é a aberta. Ainda tem muita gente com medo de compartilhar ideias, receando que elas sejam roubadas. Na inovação aberta isso simplesmente não faz o menor sentido. Uma ideia é lançada e qualquer pessoa pode dar novas sugestões. Os gestores colhem as melhores e criam inovações a partir de um apanhado geral das melhores ideias. Esse tipo de inovação vem ficando cada vez mais frequente.
Você pode inovar ao lançar novos produtos para os clientes que já tem, ofertando serviços ou produtos com maior valor agregado. Ou ainda, produtos mais baratos, para um outro segmento de clientes, que você não atinge hoje devido ao preço. Pode ainda lançar novos produtos para novos mercados, que você ainda não é capaz de atender com as ofertas que possui atualmente.
É possível inovar também no modelo de negócios. Hoje, não necessariamente os negócios precisam se resumir a produto/ serviço para lá e dinheiro para cá. Existem muitos setores consagrados mudando a forma de cobrança. Até montadoras, que sempre venderam carros, começam a avaliar a possibilidade de alugá-los por meio de um sistema de assinaturas. Aliás, o modelo de pagamento recorrente tem atraído muitas empresas porque garantem um faturamento sem grandes oscilações.
Um outro viés de inovação que muito me agrada é o criativo. Com ideias muito simples, resultados gigantes são provocados. Um exemplo que gosto de citar nos meus treinamentos é o do aparelho de ressonância magnética. A maioria das crianças precisa ser sedada para fazer esse exame. Foi então que profissionais criaram uma nova forma de obter o mesmo resultado, fazendo uma coisa diferente.
Pintaram a sala e o aparelho, envolvendo as crianças em uma história. Eles não seriam pacientes, mas sim comandantes de um navio. Em um determinado momento, ao suar uma sirene, as crianças precisavam ficar bem quietinhas para não serem atacadas por piratas. Com o envolvimento de médicos e enfermeiros naquela brincadeira, o índice de sedação caiu para menos de 10%.
Agora, eu pergunto: qual tecnologia foi empregada nesse caso? Absolutamente nenhuma! Inovação tem muito mais a ver com empatia, experimentação, ousadia e criatividade do que com tecnologia. Para tornar a sua empresa mais inovadora, você precisa estar mais atento às necessidades dos seus clientes e aberto a propor novas soluções. Inovação nada mais é do que procurar respostas diferentes para perguntas que se quer foram feitas. Tecnologia é só um meio, não um fim.
*Por Marília Cardoso, jornalista, com pós-graduação em Comunicação Empresarial, MBA em Marketing e pós-MBA em Inovação. É empreendedora, além de coach, facilitadora em processos de Design Thinking, consultora e professora de inovação. É fundadora da InformaMídia, agência de comunicação, e sócia-fundadora da PALAS, consultoria de inovação e gestão.
**Sobre a PALAS: a PALAS é uma consultoria especializada em inovação e gestão. Entre os serviços estão treinamentos, consultorias e certificações ISO. Em um processo de co-criação, a empresa ajuda seus clientes a criarem o futuro. A inovação acontece como uma consequência da implementação de algumas das mais importantes metodologias de gestão. A PALAS é pioneira na implementação da ISO 56.002, que garante os processos de inovação nas empresas.

by Marília Cardoso

Conheça profissões que serão extintas no futuro

E saiba como não ficar de fora do mercado.



Com os avanços tecnológicos é inevitável que muitas das profissões que conhecemos hoje sejam extintas e por isso é fundamental estarmos atentos a todas as mudanças. Esse processo de mutação ocorre lentamente, porém o movimento tem se intensificado cada vez mais. A maioria dos trabalhos repetitivos e que exigem pouca, ou nenhuma, especialização técnica serão os primeiros a desaparecer. Na verdade, já estão desaparecendo. Ou você ainda vê ascensoristas nos elevadores?
Profissões que são realizadas por humanos, mas podem ser feitas por máquinas e apresentarem um desempenho melhor - e mais barato - também serão substituídos. Certamente você já assistiu ao filme "Tempos Modernos", de Chaplin, não é verdade? Te garanto que as tarefas realizadas pelo personagem do filme também não existem mais.

Mas então, quais profissões serão extintas?

Atendente de telemarketing, corretor de imóveis, agentes de viagens e contadores são alguns dos exemplos. Na verdade, essas profissões, no estilo convencional que conhecemos atualmente irão desaparecer com toda certeza, todavia outras que nem conhecemos ainda irão surgir. De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), 65% das crianças que estão na educação básica terão empregos que ainda não existem.
Esse é o fim do mundo?
Eu diria que não. Há uma coisa que ninguém, nem mesmo a inteligência artificial, pode tirar de você: seu conhecimento e adaptação.
De acordo com Alan Toffler, "o analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender". Logo, o mais importante não é saber quais profissões serão extintas, mas sim o que fazer para não ser atingido por essa catástrofe.
Os novos ofícios, que vêm ganhando mais espaço conforme o desempenho dos avanços tecnológicos. Uma das novas profissões é o empreendedor digital, que traz uma maneira diferente - e com menos custos - de ter seu próprio negócio. Pessoas movidas pela inovação e cansadas das rotinas de trânsito e escritórios estão desenvolvendo trabalhos 100% onlines. E você, já pensou como vai se atualizar? As possibilidades são infinitas.
*Por Christian Aguilera, Inbound Marketing na HeroSpark, plataforma de empreendedorismo digital. Acadêmico em Administração pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, possui domínio de temas relacionados à inovação e é especialista em marketing digital, além de ser um incentivador dos polos de tecnologia. Christian também tem aptidão para ciências exatas e já atuou também como professor de matemática em cursos preparatórios.

by Christian Aguilera

Bancos vão automatizar 200 mil empregos em dez anos

Segundo previsão da consultoria Gartner, os chatbots serão responsáveis por 85% das interações de atendimento ao cliente já em 2020.


De acordo com um estudo da Wells Fargo, cerca de 200 mil empregos em bancos dos Estados Unidos serão automatizados. Em suma, isto significa que a tecnologia será responsável por estes cortes na próxima década.
Mike Mayo, analista sênior da Wells Fargo Securities LLC, relaciona o alto investimento de empresas financeiras dos EUA em tecnologia. O movimento deve levar a custos mais baixos, enquanto a remuneração dos funcionários deverá representar metade de todas as despesas bancárias.

Com a adoção de novas tecnologias, o relatório aponta que funcionários de back office, agências, call center e corporativos sejam cortados entre um quinto a um terço. Estes seriam os mais afetados.
Os menos afetados, segundo o estudo, são funcionários relacionados a tecnologia, vendas, assessoria e consultoria.
Um exemplo prático são os chatbots. Eles têm a capacidade de lidar com o atendimento inicial, mas avançam rapidamente a medida que as pessoas deixam de saber se estão falando ou não com um mecanismo.
Segundo previsão da consultoria Gartner, os chatbots serão responsáveis por 85% das interações de atendimento ao cliente já em 2020.
O analista Mayo, da Wells Fargo, relaciona que executivos de bancos, empresas de consultorias e outros fazem parte da previsão de cortes na força de trabalho no setor bancário.
O processo de automação, de fato, pode não ser tão simples. De acordo com a McKinsey, estima-se que o número de funcionários de frente caia quase um terço com a adoção de tecnologias do tipo.

Via: Bloomberg.