quarta-feira, 11 de novembro de 2020

 

Franquias: 5 armadilhas para evitar ao escolher uma marca

Escolher uma rede para investir não é uma tarefa fácil; é necessário estar atento aos números e a questões contratuais. Saiba o que fazer.

Evitar armadilhas no início pode reduzir sofrimento no futuro (Foto: Pexels/Reprodução )


Comprometer-se com uma franquia é ter em mente que se trata de um negócio como qualquer outro. É preciso estar disposto a se entregar ao empreendimento para gerir uma unidade e, assim, obter sucesso. Apesar disso, o caminho até a compra da franquia não é tão simples. No processo de escolha, o candidato deve se atentar a detalhes e questões importantes a fim de eleger a marca que mais se encaixa nas sua expectativas como empreendedor.

“O processo de escolha de uma franquia é feito por meio de um funil em que você começa com um número bem grande de possibilidades e, de acordo com os critérios que você adota, esse funil vai estreitando”, afirma Rogério Gama, psicólogo, consultor em franquias e diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Franchising (ABF) no Rio de Janeiro.

Segundo o especialista, existem algumas armadilhas que devem ser evitadas para que a experiência como franqueado não seja desagradável no futuro. Confira quais são elas:

1. Apenas gostar da marca não é o suficiente

Gama afirma que gostar de uma marca não é o suficiente e que é importante gostar da operação em si. Além de ter afinidade com os produtos que serão vendidos naquele determinado negócio, é necessário estar atento aos processos por trás do balcão que envolvem a vendas. “Operar uma franquia não tem nada a ver com gostar da franquia como cliente”, alerta Gama.

Para ilustrar, ele utiliza o caso de uma cafeteria. Uma pessoa pode amar tomar café em determinado estabelecimento com os amigos, mas não se daria bem trabalhando em um deles. Isso pode acontecer pois o dia a dia da cafeteria não é compatível com os gostos e expectativas do candidato – que muito provavelmente terá que enfrentar o trabalho em um ambiente quente de cozinha, com boa parte do trabalho feito de pé.

Além disso, Gama aponta que o empreendedor deve se atentar à longevidade da marca frente ao mercado e recomenda que se tome cuidado com as tendências. “É importante tentar estimar se aquele negócio é um modismo e se tem chance de futuro”, afirma. “Existem franquias que estão fazendo sucesso e, geralmente, os candidatos procuram as marcas que estão em maior visibilidade. Mas ninguém para pra pensar que não é o sucesso que a rede teve até hoje que vai dar dinheiro pro franqueado”, completa.

2. O investimento inicial da franquia pode ser maior

Um dos primeiros passos ao pensar em adquirir uma franquia é saber se o investimento necessário para a compra cabe no orçamento. Segundo Gama, um dos quesitos principais é se informar dos pontos que compõem o investimento inicial proposto pelo franqueador.

“Uma série de itens que compõem o investimento inicial vem em menor quantidade ou com valor mais baixo”, ressalta. O consultor destaca que existem diversas taxas, como a de franquia e de locação do ponto físico, que podem não estar incluídas no valor do investimento inicial. Consequentemente, o capital realmente necessário para que a loja seja adquirida é maior. 

Outros pontos que compõem este montante e que podem não estar expressos no valor total dizem respeito, por exemplo, aos valores de locação de espaços e a itens que são colocados como opcionais, mas que, na verdade, são indispensáveis, como circuito interno de segurança.

3. Promessas de retorno financeiro não se cumprem

Um dos objetivos, em qualquer negócio, é ganhar dinheiro. Gama aponta que, muitas vezes, as franquias apresentam ao candidato uma média de meses para que o investimento inicial retorne ao bolso do empreendedor – e isso está ligado à lucratividade das operações. Para que o retorno aconteça, é necessário, antes de tudo, que as contas da unidade atinjam o ponto de equilíbrio, ou seja, que a receita se iguale às despesas. 

O diretor da ABF-Rio afirma ainda que essa situação naturalmente já demora a acontecer. Se as vendas não forem como esperado, o retorno real poderá não ser condizente com aquele que foi prometido pelo franqueador. “O candidato à franquia precisa entender como foi obtida essa informação de que o ROI vai acontecer em 36, 24, ou seja lá o que for que a empresa anunciar. É importante que ele faça essa conta”, alerta.

O cálculo para obter o resultado final é simples: basta dividir todo o investimento inicial pelo número de meses em que a franqueadora estima que o retorno aconteça. Com isso, é possível saber o quanto de lucro será necessário ter por mês até o final do prazo total até chegar ao capital retornável. Para ter ainda mais certeza da informação, converse com franqueados e ex-franqueados – que constam, obrigatoriamente, da circular fornecida ao candidato – para ter acesso a números reais e precisos de baixo, médio e alto faturamento.

4. Expectativa de retorno alto com investimento baixo

Gama faz este alerta especialmente às pessoas que se interessam pelas microfranquias. Segundo a ABF, o investimento nessa modalidade deve ser de até R$ 90 mil. De acordo com ele, o retorno no futuro é proporcional ao valor aplicado na compra. “Quanto menor o investimento, menor o resultado”, diz. “É importante chamar a atenção das pessoas de que a microfranquia é algo de baixo custo, mas que o investimento retorna na medida.”

5. Os pormenores de um contrato de franquias

É no contrato que todos os detalhes que permeiam a compra e o funcionamento da franquia estarão descritos. Por isso, é preciso ter atenção redobrada. Gama recomenda que, neste momento, o candidato à franquia conte com a ajuda de consultores e advogados para ver se as regras e as multas estão coerentes e de acordo com a lei. Isso evita que, no futuro, o empreendedor arque com consequências financeiras que não estavam previstas e que possa agir dentro das regularidades da franquia ao longo da jornada empreendedora.





by Giovana Oréfice - PEGN


segunda-feira, 9 de novembro de 2020

 Saiba como montar um plano de carreira em 7 passos


Qual seu plano de carreira? Conseguir aquele emprego desejado, ser promovido, se tornar um líder? Todos esses são objetivos que exigem preparo para serem alcançados. O investimento vale a pena. Quando você organiza seus objetivos, consegue visualizá-los com mais clareza e se sente mais motivado e comprometido para atingi-los. 

De maneira geral, o plano de carreira também ajuda a definir de forma realista onde você quer estar profissionalmente em alguns anos, e possibilita que você analise se as suas ações presentes se conectam com seu objetivo futuro. Assim, você aumenta suas chances de sucesso e evita arrependimentos com tempo perdido na realização de atividades sem significado.

Aqui, você descobre que criar um plano de carreira não é algo de outro mundo. E, para facilitar a jornada, o NaPrática.org também disponibiliza um plano de ação para download, uma boa ferramenta para acompanhar seu plano de carreira e mantê-lo focado em suas metas pessoas. 

Como fazer um plano de carreira em 7 passos 

Basicamente, o plano de carreira deverá ser elaborado para levá-lo do seu estado atual (como você está hoje profissionalmente) ao estado desejado (como gostaria de estar dentro de um período determinado de tempo).

O objetivo pode ser de médio ou longo prazo, adaptado e remodelado com o passar do tempo. Para começar, basta ter papel e caneta e seguir os 7 passos delineados abaixo:

Passo 1: Não tenha medo de sair da zona de conforto

Estar aberto a correr riscos e se lançar a novas experiências é essencial para refletir sobre o que você realmente quer fazer. 

No caso de Adam Steltzner, um dos principais engenheiros da Nasa, sair da zona de conforto significou se inscrever, sem muitas expectativas e apenas pela curiosidade, num curso de astronomia local. A escolha mudou sua vida e moldou sua crença de como é possível encontrar seu norte de uma maneira muito simples: "Se você está pensando nisso ou se sentindo estagnado, olhe para dentro e veja de onde vem sua alegria, o que acende sua curiosidade e siga isso."

Veja algumas perguntas para começar a reflexão: 

O que me faz vivo? 

O que está no meu piloto automático? 

O que levo nos meus bolsos? 

Quem admiro e ainda não conheço pessoalmente? 

Quem sou eu, sem falar de trabalho em nenhuma parte da resposta? 

Qual o meu propósito?

Caso precise de mais insumos, neste texto você encontra algumas perguntas que podem te ajudar a encontrar o seu propósito e neste outro um relato sobre o impacto que essas reflexões podem ter na carreira. 

E no vídeo abaixo, você aprende a fazer sua Mandala Ikigai, uma ferramenta capaz de te ajudar a encontrar o trabalho ideal e unir vocação, propósito e impacto no mundo:


Passo 2: Reflita sobre seu estado atual

Entender o seu estado atual é a análise inicial para o seu plano de carreira. Para avaliar todos os pontos de sua vida profissional hoje, seguem algumas reflexões básicas: 

Qual sua ocupação atual? 

Está feliz e satisfeito com ela? 

O que você mais gosta de fazer durante o dia a dia de trabalho? 

O que menos gosta de fazer durante o dia a dia de trabalho? 

Deixe as ideias fluírem e anote tudo o que vier à sua cabeça. Muitas vezes, tudo parece confuso dentro da mente, e anotar ajuda a ter mais clareza.

Passo 3: Defina seu estado desejado

Você já parou para pensar quem deseja ser profissionalmente daqui a dois, cinco ou dez anos? Essa reflexão é importante para alcançar a felicidade e plenitude nesse setor da sua vida. 

Quando você define seu objetivo, é capaz de guiar melhor sua carreira e aproveitar as oportunidades. Por fim, toma as rédeas da sua vida profissional e não fica à mercê dos acontecimentos.

Passo 4: Valide seu estado desejado

Mas não adianta apenas definir qual é seu estado desejado. Para se sentir efetivamente motivado e chegar até ele, você precisará compreender o que está por trás dessa vontade. 

Algumas questões podem ajudá-lo nessa reflexão: 

Por que valerá a pena alcançar tal objetivo? 

Por que isso é importante para você? 

As respostas devem estar totalmente alinhadas aos seus valores e ao que você quer para sua vida. Somente assim será possível manter o foco durante toda a execução do seu plano de carreira.

Passo 5: Trace metas

Agora você já tem seu ponto de largada e o de chegada: só faltam os degraus que ligarão um ao outro. 

Para defini-los, faça o seguinte: 

Identifique a distância que o separa do seu estado desejado 

Divida essa distância em espaços menores 

Mapeie o que você precisa aprender, adquirir ou mudar para chegar lá.

Passo 6: Invista em autoconhecimento e conhecimento de mercado

Identificar o que precisa aprender, adquirir ou mudar fica muito mais fácil quando você investe em autoconhecimento. 

É muito importante descobrir quem você é, quais são seus pontos fortes e fracos, o que você que faz bem e o que precisa melhorar para desenvolver as habilidades e competências que permitirão que seu objetivo seja alcançado.

É possível fazer isso tanto de forma autônoma - o NaPrática.org tem uma matéria especial com tudo que você precisa saber para começar a jornada de autoconhecimento - quanto de forma estruturada, através de cursos como o Autoconhecimento Na Prática Online. 

Também é importante conhecer de fato sua área de interesse e aquilo que você precisa saber para atuar naquele mercado. 

Para tanto, você pode: 

Fazer uma pesquisa aprofundada sobre o setor e entender quem são as grandes empresas e grandes modelos, quais são as tendências, desafios e oportunidades.

Conversar com profissionais da área que podem lhe oferecer conselhos úteis e atualizados.

Conectar-se com o meio através de cursos, projetos e eventos.

Passo 7: Estipule prazos para cumprir cada meta

Agora que você tem metas, elas devem ser organizadas no plano de carreira de modo a permitir que você alcance determinado objetivo em um período bem definido. Isso exige que cada etapa seja cumprida dentro de um prazo. 

Ao estipular tais prazos, você deve considerar realisticamente as dificuldades e os obstáculos que enfrentará. Uma ótima ferramenta para ajudá-lo nesse momento é o plano de ação, que você pode baixar gratuitamente aqui. 

Ao seguir todos esses passos, você faz do seu plano de carreira um verdadeiro mapa para chegar ao destino profissional desejado.

http://materiais.napratica.org.br/np-plano-de-acao/?etm_source=PortalNP&etm_medium=Materia&etm_campaign=Ebook&etm_content=7-passos-plano-de-carreira&_ga=2.39527011.1901442884.1604689286-1449893826.1592577226

Ao seguir todos esses passos, você faz do seu plano de carreira um verdadeiro mapa para chegar ao destino profissional desejado.

Por que fazer um planejamento de carreira importa?

Depois de ler todos os passos, talvez você esteja se questionando: mas para que se dar a todo esse trabalho? Na verdade, o momento é de comemoração: um campo tão aberto para um número tão grande de pessoas é novidade. 

Durante muito tempo, a maior parte das pessoas entrava no mercado de trabalho e se movimentava simplesmente de acordo com as oportunidades que surgiam. Suas decisões de carreira não eram pensadas dentro de uma estratégia individual e elas costumavam seguir um panorama tradicional que levava à estabilidade: passavam 10, 20, 50 numa mesma empresa, trilhando um caminho traçado por outros e praticamente inalterável. 

De certa forma, os profissionais também eram mais reativos em relação à carreira: algo externo acontecia e alguém reagia.

A intenção aqui não é denegrir a atitude profissional da geração anterior, que trabalhou em um contexto socioeconômico muito diferente do atual, mas sim constatar que existe hoje muito mais espaço para ser protagonista da própria carreira. 

Na mesma medida em que ficou mais competitivo, o mercado também ficou mais diversificado e dinâmico.

Construir carreira atualmente significa escrever sua própria história profissional. A CEO da Microsoft Brasil Paula Bellizia resumiu o momento em uma palestra para jovens talentos na Conferência Na Prática, evento de carreiras da Fundação Estudar: "Quem manda na sua carreira é você". 

Quando ela mesma ainda era executiva na Whirpool, gigante do ramo de eletrodomésticos, tinha o objetivo de mudar de indústria e ir para bens de consumo.

"Uma pessoa me disse que eu nunca iria alcançar o meu objetivo. Fiquei muito brava e, naquele mesmo dia, construí um plano para fazer exatamente isso", contou Bellizia, que hoje lidera uma empresa exatamente na área em que pretendia. 

Assumindo o papel de protagonista da sua carreira, suas chances de ser bem-sucedido e realizado são bem maiores - e um bom plano de carreira pode te ajudar nesse processo com direcionamento e responsabilidade.

* O texto "Como montar um plano de carreira em 7 passos" foi publicado originalmente no portal Na Prática, da Fundação Estudar. 


by Do na Prática - Empregos e Carreiras - UOL

terça-feira, 27 de outubro de 2020

 

Jorge Paulo Lemann: 'Já vivi muitas crises; esta também vai passar'

Diante do cenário, empresário disse que é importante manter o foco, ajustar-se às mudanças e inovar


O empresário Jorge Paulo Lemann, fundador do grupo 3G Capital, disse que é importante manter o foco e seguir em frente diante do cenário de crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. "Ja vivi muitas crises. Eu nasci cinco dias antes da Segunda Guerra Mundial", disse o empresário de 80 anos, que contou que já atravessou de 10 a 11 crises ao longo de sua vida.

"É importante ficar calmo, ajustar-se às mudanças e inovar", disse Lemann. Ele afirmou que sua estratégia passa por avaliar e pensar as melhores oportunidades geradas pela crise, mas nunca desistir. "É importante seguir adiante. Esta crise, que deve ser maior do que muita gente pensa, vai passar."

Lemann participou no sábado, 9, por videoconferência, do Brazil Conference at Harvard & MIT, evento anual promovido por estudantes brasileiros em Boston, nos EUA, transmitido pelo jornal O Estado de S. Paulo, em conjunto com o CEO da cervejaria venezuelana Polar, Lorenzo Mendoza, e Verônica Serra, da Innova Capital, ex-bolsista de Harvard.

O empresário reiterou que a educação é chave para o desenvolvimento dos países. "Eu tenho seis filhos, sete netos, gosto do Brasil e quero vê-lo ser um país competitivo e próspero."

Ele relembrou suas iniciativas de apoio à educação nas quais promove a distribuição de bolsas de estudo e incentiva programas de ensino aos professores. "O que eu faço é apenas uma gota no oceano das enormes necessidades que o Brasil precisa para a educação.

"Entre as iniciativas, destacou o bilionário, estão os programas de apoio ao ensino público realizado no município de Sobral, no Ceará, bem avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

"Temos investido em educação, assim como o Itaú e a Natura e muitas outras empresas. Há um progresso e uma consciência desta necessidade", disse o empresário. "Não estamos fazendo tão rápido como os outros países, mas o progresso tem acontecido, devagar, mas tem acontecido", disse.

Ele contou o que mudou na sua rotina com a covid-19. Sem fazer viagens de negócios, o empresário diz que tem investido seu tempo, isolado com a família em sua casa na Suíça, lendo e pensando.

"Eu costumava ficar o equivalente a 30 dias por ano dentro do avião, não mais do que uma semana em um lugar", disse ele, que tem participado de reuniões à distância. "Estou amando o Zooming", disse, sobre o sistema de videoconferência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


by Estadão Conteúdo

 

10 formas de melhorar os relacionamentos profissionais

Uma boa rede de networking é fundamental para o empreendedor. Saiba como aprimorar a comunicação para se dar bem nos negócios


A cultura digital em crescimento tem papel fundamental na evolução das nossas relações pessoais e profissionais. Estamos observando mudanças no acesso à informação e no entretenimento. E agora, mais do que nunca, nos processos de trabalho.

Com a pandemia do novo coronavírus, mais pessoas estudando e trabalhando de forma remota, a era digital está revolucionando o modo com o qual nos relacionamos com outras pessoas.

Um movimento chamado de “economia do relacionamento” tem focado em promover um maior senso de comunidade, inclusão e propósito, apesar da menor interação “cara a cara”.

O que é a economia do relacionamento

Empresas e marcas que são mais bem-sucedidas e que estão à frente de outras têm sucesso em grande parte pelas conexões que foram estabelecidas com seu público e seus clientes. A construção de uma relação de confiança e lealdade, além de interações personalizadas e experiências diversas, são formas de cativar clientes e conquistar novos -- e tudo isso depende de esforços na construção de relacionamentos.

“economia de relacionamentos” foca nas conexões, confiança e interação humana como moeda de troca. As contribuições individuais são essenciais para a comunidade -- formada a partir de um processo no qual as pessoas reconhecem que são valorizadas, apoiadas e  conectadas a um propósito.

portal Entrepreneur elencou dez maneiras de melhorar os relacionamentos com familiares, funcionários e potenciais clientes. Confira:

1. Conecte-se às pessoas de sua lista de contatos ou banco de dados

O ritmo agitado da rotina faz com que seja fácil se esquecer de checar nossa rede de contatos. Pode ser que tenha se passado algum tempo desde que você perguntou como sua equipe está se sentindo, em conversas que não envolvam projetos e prazos, ou desde que seus clientes ficaram sabendo de sua última promoção.

Faça um planejamento de ação de comunicação para cada grupo. Para facilitar, experimente mandar mensagens esparsas para que você tenha tempo de responder todas.

2. Seja consistente em palavras e ações

Com tantas mensagens a tantas pessoas, pode ser difícil identificar quem é real e diz coisas genuínas. Pergunte a si mesmo se está sendo verdadeiro. Mostre às pessoas que elas podem confiar em você: seja consistente em palavras e ações não só nos negócios, mas também em sua vida pessoal.

Estamos em um momento delicado, no qual as pessoas estão mais vulneráveis e necessitam de mais atenção. Pense em algum pequeno presente que animaria as pessoas em um momento tão difícil.

3. Mantenha as mensagens simples e pessoais

Não é necessário falar sobre tudo de uma vez. Faça conexões objetivas e diretas com seu pessoal para que saibam que você está pensando neles. Apenas algumas palavras são o suficiente e mostram que você realmente se importa. Em vez de sobrecarregar seus contatos e bombardeá-los com mensagens, tenha algo simples em mente, como “eu me importo com você”. De preferência, expresse algo que mostre que você os tinha em mente ao escrever o recado.

Se você estiver lidando com um funcionário, por exemplo, pergunte como vai a família dele. Se for o caso de um cliente valioso, informe-se sobre como estão as coisas na cidade em que ele vive. Descubra como a comunidade está lidando com este momento.

4. Responda e reconheça

No processo de transformação para a era digital, comportamentos estranhos e novas atitudes surgem. Muitas mensagens enviadas não recebem respostas ou reconhecimento. Algumas dúvidas surgem: será que o destinatário recebeu a mensagem? Será que a mensagem não foi importante o suficiente para ser reconhecida?

Em uma época na qual as pessoas estão focadas na conexão, não receber uma resposta pode significar muita coisa - ainda mais com ferramentas que informam que o recado foi lido.
Você pode fortalecer os relacionamentos informando à pessoas que recebeu determinada mensagem. Se você não tiver tempo para escrever uma resposta completa, salve a mensagem e, em seguida, escreva de volta. 

Responder cria a sensação de conexão - além disso, é uma excelente maneira de manter o diálogo ao longo do tempo.

5. Forneça informações valiosas em todos os canais

Algumas empresas reiniciaram seus sistemas de comunicação e criaram portais para oferecer aos funcionários em home office um local para obter informações e treinamento para o novo modo de trabalhar. Outras usam ferramentas como o Slack para criar canais de conversação e colaboração. Videochamadas também estão sendo usadas para substituir as reuniões “cara a cara” e continuar nutrindo as relações.

As redes sociais e sites como esses são essenciais para passar mensagens e informações valiosas, que podem ajudar clientes e prospects durante a epidemia. Os canais podem contar com conteúdos que explicam como sua empresa pode ajudá-los, além de dicas rápidas sobre como lidar com essa nova maneira de viver e trabalhar. Faça o possível para mostrar que você se importa e para facilitar a vida dos outros.

6. Conheça melhor seus stakeholders

Os relacionamento melhoram à medida que você vai aprendendo sobre a outra pessoa. Muitas vezes, empresas e pessoas passam a maior parte do tempo falando sobre si mesmas e a comunicação se torna unilateral. Reflita: Você já teve tempo para fazer perguntas às partes interessadas? O que você aprendeu sobre eles? Que ponto de vista ou conclusões únicas você pode usar em sua própria vida?

Utilize seus canais para postar perguntas e crie um grupo de discussão. Você pode até elaborar uma pesquisa com incentivos para obter mais respostas. Depois disso, dê um retorno com perguntas adicionais que demonstrem maior interesse e um desejo de conhecê-los mais profundamente. Garanta que eles saibam disso.

Nesta etapa, a intenção não é apenas obter informações. O objetivo é mostrar disponibilidade para construir, servir e apoiar um ao outro, principalmente em tempos de pandemia.

7. Aja de acordo com suas ideias

A comunicação é a base para prosperar os relacionamentos. Seus contatos devem perceber que aquilo que eles disseram teve algum impacto em você. Em seu crescimento pessoal, procure indicar onde você incorporou uma mudança no seu comportamente e como agiu com base nas informações que foram compartilhadas com você.

As empresas podem implantar esse mecanismo de crescimento sustentado pelo relacionamento com funcionários e clientes. Depois de obter respostas das partes interessadas, encontre uma maneira de promover mudanças e agir sobre algo que tenha sido solicitado. Quando as pessoas veem que você está conversando com elas, há aí um motivo mais significativo para apostar na sua marca. 

8. Mostre empatia

Demonstrar empatia durante um período difícil pode ser o suficiente para fortalecer laços. Assim, não é necessário tomar medidas específicas o tempo todo para provar seu compromisso com clientes e funcionários. Certifique-se de que você compartilha sua compreensão com o momento atual. Pense: você humanizou sua marca? Demonstrou preocupação genuína pelas pessoas e seu bem-estar?

9. Seja flexível

No momento, as pessoas provavalmente sentem que não conseguem controlar as mudanças que estão ocorrendo. Com isso, há uma oportunidade de oferecer soluções a elas, e isso ajuda a construir um relacionamento. Ter opções serve como uma força estabilizadora.

Pense como você pode ser flexível em relação ao seu modelo de negócio, incluindo oferecer mais condições de pagamento -- ou até mesmo adiá-los -- e oferecer entregas em casa. Para ajudar os funcionários, veja como proporcionar novas maneiras de trabalhar, mais benefícios ou outras vantagens que mostrem sua gratidão a eles. 

10. Demonstre otimismo e encorajamento

Sem criar falsas esperanças, reforce seus relacionamentos por meio de positividade, otimismo e palavras de encorajamento. Todos estão precisando de apoio, especialmente com o isolamento social e sentimento de ansiedade causados pelo cenário de pandemia

Mostre que você está presente e compartilhe notícias positivas sempre que possível. Lembre os outros de sua resiliência e força interior. Mesmo quando tudo voltar ao normal, provavelmente continuaremos trabalhando e vivendo em um mundo digital, mais distante física e emocionalmente. 

A necessidade de encorajar pode não ser tão forte quando as coisas ao redor do mundo ficam melhores, mas continuar positivo é uma chave para aprimorar os relacionamentos. 





        by PEGN

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

 

4 dicas que vão te ajudar a se comunicar melhor

A comunicação é a habilidade mais importante que alguém pode ter – mas não é ensinada nas escolas. Saiba como melhorá-la na prática


comunicação é uma das habilidades mais importantes que alguém pode ter. E o mercado de trabalho sabe bem disso: uma pesquisa global do LinkedIn mostrou que esta foi a competência mais requisitada em oportunidades de emprego postadas entre julho e julho deste ano.

Mas, diferentemente das habilidades técnicas, a comunicação não é ensinada nas escolas. Como, então, desenvolvê-la na prática? Segundo a consultora e coach executiva Charreah K. Jackson, algumas atitudes podem ajudar nesse caminho. Em entrevista ao portal Today, ela compartilhou quatro dicas de como ser um melhor comunicador.

1. Diga não quando necessário
Falar não pode ser difícil, principalmente quando você não quer magoar a outra pessoa. Mas, segundo Jackson, é importante ter em mente que o tempo é um ativo valioso. A cada vez que você diz “sim” para algo que lhe pedem, está dizendo não a outras coisas.

Por isso, seja honesto com você mesmo e saiba definir limites. “Quando você não consegue dizer 'não' no trabalho ou em sua vida pessoal, está dizendo 'não' aos seus próprios sonhos e às outras formas nas quais poderia gastar seu valioso tempo.”

2. Aprenda a delegar
Assumir todo o trabalho sozinho pode parecer uma bom modo de se mostrar produtivo e competente – mas, segundo Jackson, a realidade não é bem essa. A especialista acredita que delegar é, na verdade, o melhor caminho para melhorar seus resultados. “Todas as grandes pessoas têm ajuda para chegar lá”, diz.

Mas isso não significa apenas entregar uma lista de tarefas para as outras pessoas. É importante abrir espaço para perguntas e garantir que o time a compreendeu o que deve fazer. Também deixe claro quais são as expectativas e os resultados esperados. “Reserve um tempo para garantir que sua equipe tenha uma direção clara para acelerar o desempenho”, diz.

3. Saiba lidar com discordâncias
Se você precisa ter uma conversa delicada com alguém, Jackson recomenda respirar fundo e se comprometer a manter o pé no chão. Outra atitude positiva, segundo ela, é lembrar a outra pessoa de que vocês estão no mesmo time e buscando o mesmo objetivo. “Identificar nossos propósitos e objetivos comuns nos dá uma base para construir qualquer conversa – especialmente quando não concordamos”, diz.

Demonstrar que você está ouvindo a outra pessoa também torna a conversa mais amigável. Mas, no fim das contas, a coach também recomenda avaliar em que discussões vale realmente se envolver. “Você não tem energia para gastar com coisas que não importam”, diz.

4. Peça o que você quer e precisa
“A maioria das pessoas prefere mastigar vidro a pedir ajuda”, afirma a consultora. Obviamente, este não é o melhor caminho. Um truque utilizado por ela para se sentir mais à vontade é considerar que situações podem ser vantajosas para os dois lados. Em geral, as pessoas se sentem bem ao ajudar os outros.

“E lembre-se de que tudo e todos precisam de apoio”, acrescenta ela. “Quando não pedimos e não recebemos apoio, ficamos fora de equilíbrio.”


by PEGN

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

 

6 ideias para ganhar dinheiro sem sair de casa em meio à quarentena

Seja para procurar emprego ou para iniciar um negócio, meio digital é maior fonte de oportunidades em meio à pandemia

Empreendedor; home office; trabalho (Foto: rupixen.com/Unsplash)

Trabalhar sem sair de casa sempre teve suas vantagens. A flexibilidade de horários e a fuga do trânsito, em especial nas grandes cidades, eram algumas delas. Mas o trabalho remoto se tornou ainda mais valioso frente à pandemia do novo coronavírus.

O formato também pode ajudar quem precisa de uma fonte de renda neste momento - seja porque perdeu o emprego, teve o salário reduzido ou teve o negócio afetado pela crise. É possível desde iniciar um pequeno negócio até oferecer serviços em plataformas de freelance. 

Abaixo, selecionamos seis ideias que permitem trabalhar em home office na quarentenaVeja:

1. Venda de produtos artesanais
Se você tem alguma habilidade manual, pode começar a vender seus produtos pela internet. Segundo a consultora do Sebrae-SP Fernanda Bueno, o ideal é começar divulgando os itens para conhecidos e recorrer ao delivery para as entregas.

Se as vendas derem resultado, um segundo passo pode ser inserir os produtos em um marketplace e criar uma loja virtual para atender outras regiões e cidades.

2. Venda e entrega de alimentos
Com mais pessoas pedindo comida por delivery, a alimentação se tornou um dos setores mais atrativos para empreender em casa. A demanda inclui desde refeições para o dia a dia, como marmitas, até bolos, doces e salgados para ocasiões especiais.

Quem decidir começar um negócio nessa área deve tomar especial cuidado com a higiene – e estruturar bem seu sistema de entregas.

3. Prestar serviços como freelancer
Há diversos sites que conectam profissionais autônomos a clientes interessados em serviços. Em muitos casos, como nas áreas de marketing ou suporte administrativo, as demandas podem ser executadas de forma remota.

Entre os sites que oferecem esse tipo de conexão estão plataformas como GetNinjas e Workana – que inclusive viram mudanças em suas demandas no início da pandemia.

4. Oferecer aulas ou consultorias online
Muitas pessoas tem aproveitado o período em casa para estudar e fazer cursos online. Quem tem alguma habilidade que pode ser ensinada, como idiomas, música ou gastronomia, pode ganhar dinheiro com aulas pela internet.

O conteúdo pode ser oferecido ao vivo, por videochamada, ou hospedado em uma plataforma digital. O importante é definir bem o seu público e deixar claro o que ele ganhará com esse conteúdo.

5. Franquias digitais
Diversos segmentos que compõem o setor de franquias foram afetados pela crise do coronavírus. No entanto, algumas redes que mantêm a operação focada no online ou em aplicativos e têm como base o home office têm reportado crescimento. 

As oportunidades variam da digitalização de processos aos serviços financeiros. Antes de investir em uma franquia, porém, é preciso ter alguns cuidados - como pesquisar bem sobre a marca e avaliar a própria capacidade financeira de tocar o negócio por um período sem ter lucro.

6. Revenda de produtos
A venda de produtos de outras empresas e marcas é outra opção para quem pensa em empreender em casa. Microempreendedores Individuais (MEI) podem se cadastrar como revendedores de redes especializadas em cosméticos, roupas, lingeries e outros produtos.

Enquanto algumas empresas exigem um investimeEnquanto algumas empresas exigem um investimento inicial, outras permitem começar as vendas sem nenhum custo.


by PEGN

 

Histórias/Atitudes que podem mudar sua vida HOJE


Três histórias para começar:

1 - Nokia recusou o Android

2 - Yahoo recusou o Google

3 - Kodak recusou câmeras digitais

Lições:

1 - Assuma riscos

2 - Aceite a mudança

3 - Se você se recusar a mudar com o tempo, ficará obsoleto

Mais duas histórias:

1 - O Facebook assume o WhatsApp e o Instagran

2 - Grab assume a Uber no Sudeste Asiático

Lições:

1 - Torne-se tão poderoso que seus concorrentes se tornem seus aliados

2 - Alcance a posição superior e elimine a concorrência

3 - Continue inovando

Mais duas histórias:

1 - O Coronel Sanders fundou a KFC aos 65 anos

2 - Jack Ma, que não conseguia um emprego na KFC, fundou o Alibaba e se aposentou aos 55 anos

Lições:

1 - A idade é apenas um número

2 - Somente aqueles que continuam tentando terão sucesso

Por último mas não menos importante:

A Lamborghini foi funadada como resultado da vingança de um proprietário de um trator que foi insultado por Enzo Ferrari, fundador da Ferrari.

Lições:

Nunca subestime ninguém, nunca!

- Apenas continue trabalhando duro

- Invista seu tempo com sabedoria

- Não tenha medo de falhar


by Blog Criseouoportunidade

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

 

Como abrir MEI pela 

internet e ter CNPJ para emitir notas

Quem se formaliza como Microempreendedor Individual (MEI) tem acesso a benefícios como aposentadoria e linhas de crédito voltadas à categoria


Computador; internet (Foto:  NordWood Themes/Unsplash)


O Brasil tem hoje 10,5 milhões de Microempreendedores Individuais (MEI). A categoria oferece a trabalhadores autônomos a possibilidade de ter um CNPJ e emitir notas fiscais com um regime de tributação simplificado. Também pode dar acesso a benefícios como aposentadoria e algumas linhas de crédito.

É possível abrir MEI pela internet, sem sair de casa. A seguir, veja um passo a passo de como se formalizar como Microempreendedor Individual:

1. Informe-se
Verifique se você se enquadra nos critérios exigidos, como ter um faturamento de até R$ 81 mil por ano e realizar uma das atividades enquadradas como MEI. As informações estão disponíveis no Portal do Empreendedor, do Governo Federal. Também é comendável consultar a prefeitura do seu município para verificar a viabilidade de praticar a atividade no endereço pretendido.

2. Cadastre-se no portal de serviços do governo
Acesse o site www.gov.br e faça o seu cadastro. Você deverá fornecer dados como CPF, título de eleitor e comprovante de residência. Se você já tem um login, poderá utilizá-lo.

3. Cadastre-se no Portal do Empreendedor
Acesse www.portaldoempreendedor.gov.br e clique em “Formalize-se”. O site solicitará o login criado na etapa anterior. Você também precisará fornecer dados sobre o seu negócio ou as atividades realizadas.

Ao finalizar o cadastro, você ganhará acesso ao Certificado de Condição de Microempreendedor Individual. Ele inclui o CNPJ, o registro na Junta Comercial e o alvará provisório de funcionamento.

Notas fiscais
O MEI está dispensado da obrigação de emitir notas fiscais de produtos ou serviços destinados a pessoas físicas, mas deve emitir o documento ao atender empresas. É importante entrar em contato com a Secretaria da Fazenda do Estado ou do Município para verificar os procedimentos necessários para a autorização da emissão. 

O Sebrae disponibiliza uma plataforma gratuita para a emissão de Notas Fiscais eletrônicas (NFe), mas o procedimento também está sujeito às regulamentações locais. É possível acessar mais informações, inclusive sobre as obrigações do MEI, no Portal do Empreendedor e no site do Sebrae.


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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

 

MEI: saiba como comprar carros com 

até 30% de desconto

Benefício é oferecido pelas próprias montadoras, por meio do desconto no ICMS. Percentual pode variar entre 2,5% a 30%

Chave do carro; veículo (Foto: Pexels)


Quem tem uma empresa, de qualquer porte, até mesmo MEI (microempreendedor individual), consegue comprar carros com até 30% de desconto. O benefício é concedido diretamente pelas montadoras, por meio de desconto no ICMS.

Algumas empresas, como RenaultVolkswagenChevrolet e Fiat trabalham com a modalidade de venda direta. É recomendável pesquisar com a montadora escolhida se há política de vendas diferenciadas para empresas. Não há um percentual previamente estipulado para desconto, o valor pode ir de 2,5% a 30%.

Para que o desconto não seja usado para revenda de automóveis, o Conselho Nacional de Política Fazendária estipulou uma regra de que o proprietário permaneça com o veículo por, pelo menos, 12 meses. Além disso, o desconto só é válido para a aquisição de carros 0km.

Outra vantagem é que veículos utilizados diretamente para trabalho podem apresentar descontos maiores.

No entanto, é preciso atenção redobrada à documentação e regularização do veículo, pois ele ficará vinculado à empresa. Dessa forma, caso os tributos não sejam pagos, as restrições poderão ser lançadas em nome da empresa e do empresário. O prazo de entrega também pode ser maior.

De acordo com a Fenabrave, o crescimento das vendas para empresas foi de 23% no primeiro semestre de 2019, enquanto as vendas no varejo aumentaram 2%. Os campeões foram o Chevrolet Onix, Fiat Strada e Volkswagen Gol.


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