terça-feira, 27 de outubro de 2020

 

Jorge Paulo Lemann: 'Já vivi muitas crises; esta também vai passar'

Diante do cenário, empresário disse que é importante manter o foco, ajustar-se às mudanças e inovar


O empresário Jorge Paulo Lemann, fundador do grupo 3G Capital, disse que é importante manter o foco e seguir em frente diante do cenário de crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. "Ja vivi muitas crises. Eu nasci cinco dias antes da Segunda Guerra Mundial", disse o empresário de 80 anos, que contou que já atravessou de 10 a 11 crises ao longo de sua vida.

"É importante ficar calmo, ajustar-se às mudanças e inovar", disse Lemann. Ele afirmou que sua estratégia passa por avaliar e pensar as melhores oportunidades geradas pela crise, mas nunca desistir. "É importante seguir adiante. Esta crise, que deve ser maior do que muita gente pensa, vai passar."

Lemann participou no sábado, 9, por videoconferência, do Brazil Conference at Harvard & MIT, evento anual promovido por estudantes brasileiros em Boston, nos EUA, transmitido pelo jornal O Estado de S. Paulo, em conjunto com o CEO da cervejaria venezuelana Polar, Lorenzo Mendoza, e Verônica Serra, da Innova Capital, ex-bolsista de Harvard.

O empresário reiterou que a educação é chave para o desenvolvimento dos países. "Eu tenho seis filhos, sete netos, gosto do Brasil e quero vê-lo ser um país competitivo e próspero."

Ele relembrou suas iniciativas de apoio à educação nas quais promove a distribuição de bolsas de estudo e incentiva programas de ensino aos professores. "O que eu faço é apenas uma gota no oceano das enormes necessidades que o Brasil precisa para a educação.

"Entre as iniciativas, destacou o bilionário, estão os programas de apoio ao ensino público realizado no município de Sobral, no Ceará, bem avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

"Temos investido em educação, assim como o Itaú e a Natura e muitas outras empresas. Há um progresso e uma consciência desta necessidade", disse o empresário. "Não estamos fazendo tão rápido como os outros países, mas o progresso tem acontecido, devagar, mas tem acontecido", disse.

Ele contou o que mudou na sua rotina com a covid-19. Sem fazer viagens de negócios, o empresário diz que tem investido seu tempo, isolado com a família em sua casa na Suíça, lendo e pensando.

"Eu costumava ficar o equivalente a 30 dias por ano dentro do avião, não mais do que uma semana em um lugar", disse ele, que tem participado de reuniões à distância. "Estou amando o Zooming", disse, sobre o sistema de videoconferência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


by Estadão Conteúdo

 

10 formas de melhorar os relacionamentos profissionais

Uma boa rede de networking é fundamental para o empreendedor. Saiba como aprimorar a comunicação para se dar bem nos negócios


A cultura digital em crescimento tem papel fundamental na evolução das nossas relações pessoais e profissionais. Estamos observando mudanças no acesso à informação e no entretenimento. E agora, mais do que nunca, nos processos de trabalho.

Com a pandemia do novo coronavírus, mais pessoas estudando e trabalhando de forma remota, a era digital está revolucionando o modo com o qual nos relacionamos com outras pessoas.

Um movimento chamado de “economia do relacionamento” tem focado em promover um maior senso de comunidade, inclusão e propósito, apesar da menor interação “cara a cara”.

O que é a economia do relacionamento

Empresas e marcas que são mais bem-sucedidas e que estão à frente de outras têm sucesso em grande parte pelas conexões que foram estabelecidas com seu público e seus clientes. A construção de uma relação de confiança e lealdade, além de interações personalizadas e experiências diversas, são formas de cativar clientes e conquistar novos -- e tudo isso depende de esforços na construção de relacionamentos.

“economia de relacionamentos” foca nas conexões, confiança e interação humana como moeda de troca. As contribuições individuais são essenciais para a comunidade -- formada a partir de um processo no qual as pessoas reconhecem que são valorizadas, apoiadas e  conectadas a um propósito.

portal Entrepreneur elencou dez maneiras de melhorar os relacionamentos com familiares, funcionários e potenciais clientes. Confira:

1. Conecte-se às pessoas de sua lista de contatos ou banco de dados

O ritmo agitado da rotina faz com que seja fácil se esquecer de checar nossa rede de contatos. Pode ser que tenha se passado algum tempo desde que você perguntou como sua equipe está se sentindo, em conversas que não envolvam projetos e prazos, ou desde que seus clientes ficaram sabendo de sua última promoção.

Faça um planejamento de ação de comunicação para cada grupo. Para facilitar, experimente mandar mensagens esparsas para que você tenha tempo de responder todas.

2. Seja consistente em palavras e ações

Com tantas mensagens a tantas pessoas, pode ser difícil identificar quem é real e diz coisas genuínas. Pergunte a si mesmo se está sendo verdadeiro. Mostre às pessoas que elas podem confiar em você: seja consistente em palavras e ações não só nos negócios, mas também em sua vida pessoal.

Estamos em um momento delicado, no qual as pessoas estão mais vulneráveis e necessitam de mais atenção. Pense em algum pequeno presente que animaria as pessoas em um momento tão difícil.

3. Mantenha as mensagens simples e pessoais

Não é necessário falar sobre tudo de uma vez. Faça conexões objetivas e diretas com seu pessoal para que saibam que você está pensando neles. Apenas algumas palavras são o suficiente e mostram que você realmente se importa. Em vez de sobrecarregar seus contatos e bombardeá-los com mensagens, tenha algo simples em mente, como “eu me importo com você”. De preferência, expresse algo que mostre que você os tinha em mente ao escrever o recado.

Se você estiver lidando com um funcionário, por exemplo, pergunte como vai a família dele. Se for o caso de um cliente valioso, informe-se sobre como estão as coisas na cidade em que ele vive. Descubra como a comunidade está lidando com este momento.

4. Responda e reconheça

No processo de transformação para a era digital, comportamentos estranhos e novas atitudes surgem. Muitas mensagens enviadas não recebem respostas ou reconhecimento. Algumas dúvidas surgem: será que o destinatário recebeu a mensagem? Será que a mensagem não foi importante o suficiente para ser reconhecida?

Em uma época na qual as pessoas estão focadas na conexão, não receber uma resposta pode significar muita coisa - ainda mais com ferramentas que informam que o recado foi lido.
Você pode fortalecer os relacionamentos informando à pessoas que recebeu determinada mensagem. Se você não tiver tempo para escrever uma resposta completa, salve a mensagem e, em seguida, escreva de volta. 

Responder cria a sensação de conexão - além disso, é uma excelente maneira de manter o diálogo ao longo do tempo.

5. Forneça informações valiosas em todos os canais

Algumas empresas reiniciaram seus sistemas de comunicação e criaram portais para oferecer aos funcionários em home office um local para obter informações e treinamento para o novo modo de trabalhar. Outras usam ferramentas como o Slack para criar canais de conversação e colaboração. Videochamadas também estão sendo usadas para substituir as reuniões “cara a cara” e continuar nutrindo as relações.

As redes sociais e sites como esses são essenciais para passar mensagens e informações valiosas, que podem ajudar clientes e prospects durante a epidemia. Os canais podem contar com conteúdos que explicam como sua empresa pode ajudá-los, além de dicas rápidas sobre como lidar com essa nova maneira de viver e trabalhar. Faça o possível para mostrar que você se importa e para facilitar a vida dos outros.

6. Conheça melhor seus stakeholders

Os relacionamento melhoram à medida que você vai aprendendo sobre a outra pessoa. Muitas vezes, empresas e pessoas passam a maior parte do tempo falando sobre si mesmas e a comunicação se torna unilateral. Reflita: Você já teve tempo para fazer perguntas às partes interessadas? O que você aprendeu sobre eles? Que ponto de vista ou conclusões únicas você pode usar em sua própria vida?

Utilize seus canais para postar perguntas e crie um grupo de discussão. Você pode até elaborar uma pesquisa com incentivos para obter mais respostas. Depois disso, dê um retorno com perguntas adicionais que demonstrem maior interesse e um desejo de conhecê-los mais profundamente. Garanta que eles saibam disso.

Nesta etapa, a intenção não é apenas obter informações. O objetivo é mostrar disponibilidade para construir, servir e apoiar um ao outro, principalmente em tempos de pandemia.

7. Aja de acordo com suas ideias

A comunicação é a base para prosperar os relacionamentos. Seus contatos devem perceber que aquilo que eles disseram teve algum impacto em você. Em seu crescimento pessoal, procure indicar onde você incorporou uma mudança no seu comportamente e como agiu com base nas informações que foram compartilhadas com você.

As empresas podem implantar esse mecanismo de crescimento sustentado pelo relacionamento com funcionários e clientes. Depois de obter respostas das partes interessadas, encontre uma maneira de promover mudanças e agir sobre algo que tenha sido solicitado. Quando as pessoas veem que você está conversando com elas, há aí um motivo mais significativo para apostar na sua marca. 

8. Mostre empatia

Demonstrar empatia durante um período difícil pode ser o suficiente para fortalecer laços. Assim, não é necessário tomar medidas específicas o tempo todo para provar seu compromisso com clientes e funcionários. Certifique-se de que você compartilha sua compreensão com o momento atual. Pense: você humanizou sua marca? Demonstrou preocupação genuína pelas pessoas e seu bem-estar?

9. Seja flexível

No momento, as pessoas provavalmente sentem que não conseguem controlar as mudanças que estão ocorrendo. Com isso, há uma oportunidade de oferecer soluções a elas, e isso ajuda a construir um relacionamento. Ter opções serve como uma força estabilizadora.

Pense como você pode ser flexível em relação ao seu modelo de negócio, incluindo oferecer mais condições de pagamento -- ou até mesmo adiá-los -- e oferecer entregas em casa. Para ajudar os funcionários, veja como proporcionar novas maneiras de trabalhar, mais benefícios ou outras vantagens que mostrem sua gratidão a eles. 

10. Demonstre otimismo e encorajamento

Sem criar falsas esperanças, reforce seus relacionamentos por meio de positividade, otimismo e palavras de encorajamento. Todos estão precisando de apoio, especialmente com o isolamento social e sentimento de ansiedade causados pelo cenário de pandemia

Mostre que você está presente e compartilhe notícias positivas sempre que possível. Lembre os outros de sua resiliência e força interior. Mesmo quando tudo voltar ao normal, provavelmente continuaremos trabalhando e vivendo em um mundo digital, mais distante física e emocionalmente. 

A necessidade de encorajar pode não ser tão forte quando as coisas ao redor do mundo ficam melhores, mas continuar positivo é uma chave para aprimorar os relacionamentos. 





        by PEGN

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

 

4 dicas que vão te ajudar a se comunicar melhor

A comunicação é a habilidade mais importante que alguém pode ter – mas não é ensinada nas escolas. Saiba como melhorá-la na prática


comunicação é uma das habilidades mais importantes que alguém pode ter. E o mercado de trabalho sabe bem disso: uma pesquisa global do LinkedIn mostrou que esta foi a competência mais requisitada em oportunidades de emprego postadas entre julho e julho deste ano.

Mas, diferentemente das habilidades técnicas, a comunicação não é ensinada nas escolas. Como, então, desenvolvê-la na prática? Segundo a consultora e coach executiva Charreah K. Jackson, algumas atitudes podem ajudar nesse caminho. Em entrevista ao portal Today, ela compartilhou quatro dicas de como ser um melhor comunicador.

1. Diga não quando necessário
Falar não pode ser difícil, principalmente quando você não quer magoar a outra pessoa. Mas, segundo Jackson, é importante ter em mente que o tempo é um ativo valioso. A cada vez que você diz “sim” para algo que lhe pedem, está dizendo não a outras coisas.

Por isso, seja honesto com você mesmo e saiba definir limites. “Quando você não consegue dizer 'não' no trabalho ou em sua vida pessoal, está dizendo 'não' aos seus próprios sonhos e às outras formas nas quais poderia gastar seu valioso tempo.”

2. Aprenda a delegar
Assumir todo o trabalho sozinho pode parecer uma bom modo de se mostrar produtivo e competente – mas, segundo Jackson, a realidade não é bem essa. A especialista acredita que delegar é, na verdade, o melhor caminho para melhorar seus resultados. “Todas as grandes pessoas têm ajuda para chegar lá”, diz.

Mas isso não significa apenas entregar uma lista de tarefas para as outras pessoas. É importante abrir espaço para perguntas e garantir que o time a compreendeu o que deve fazer. Também deixe claro quais são as expectativas e os resultados esperados. “Reserve um tempo para garantir que sua equipe tenha uma direção clara para acelerar o desempenho”, diz.

3. Saiba lidar com discordâncias
Se você precisa ter uma conversa delicada com alguém, Jackson recomenda respirar fundo e se comprometer a manter o pé no chão. Outra atitude positiva, segundo ela, é lembrar a outra pessoa de que vocês estão no mesmo time e buscando o mesmo objetivo. “Identificar nossos propósitos e objetivos comuns nos dá uma base para construir qualquer conversa – especialmente quando não concordamos”, diz.

Demonstrar que você está ouvindo a outra pessoa também torna a conversa mais amigável. Mas, no fim das contas, a coach também recomenda avaliar em que discussões vale realmente se envolver. “Você não tem energia para gastar com coisas que não importam”, diz.

4. Peça o que você quer e precisa
“A maioria das pessoas prefere mastigar vidro a pedir ajuda”, afirma a consultora. Obviamente, este não é o melhor caminho. Um truque utilizado por ela para se sentir mais à vontade é considerar que situações podem ser vantajosas para os dois lados. Em geral, as pessoas se sentem bem ao ajudar os outros.

“E lembre-se de que tudo e todos precisam de apoio”, acrescenta ela. “Quando não pedimos e não recebemos apoio, ficamos fora de equilíbrio.”


by PEGN

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

 

6 ideias para ganhar dinheiro sem sair de casa em meio à quarentena

Seja para procurar emprego ou para iniciar um negócio, meio digital é maior fonte de oportunidades em meio à pandemia

Empreendedor; home office; trabalho (Foto: rupixen.com/Unsplash)

Trabalhar sem sair de casa sempre teve suas vantagens. A flexibilidade de horários e a fuga do trânsito, em especial nas grandes cidades, eram algumas delas. Mas o trabalho remoto se tornou ainda mais valioso frente à pandemia do novo coronavírus.

O formato também pode ajudar quem precisa de uma fonte de renda neste momento - seja porque perdeu o emprego, teve o salário reduzido ou teve o negócio afetado pela crise. É possível desde iniciar um pequeno negócio até oferecer serviços em plataformas de freelance. 

Abaixo, selecionamos seis ideias que permitem trabalhar em home office na quarentenaVeja:

1. Venda de produtos artesanais
Se você tem alguma habilidade manual, pode começar a vender seus produtos pela internet. Segundo a consultora do Sebrae-SP Fernanda Bueno, o ideal é começar divulgando os itens para conhecidos e recorrer ao delivery para as entregas.

Se as vendas derem resultado, um segundo passo pode ser inserir os produtos em um marketplace e criar uma loja virtual para atender outras regiões e cidades.

2. Venda e entrega de alimentos
Com mais pessoas pedindo comida por delivery, a alimentação se tornou um dos setores mais atrativos para empreender em casa. A demanda inclui desde refeições para o dia a dia, como marmitas, até bolos, doces e salgados para ocasiões especiais.

Quem decidir começar um negócio nessa área deve tomar especial cuidado com a higiene – e estruturar bem seu sistema de entregas.

3. Prestar serviços como freelancer
Há diversos sites que conectam profissionais autônomos a clientes interessados em serviços. Em muitos casos, como nas áreas de marketing ou suporte administrativo, as demandas podem ser executadas de forma remota.

Entre os sites que oferecem esse tipo de conexão estão plataformas como GetNinjas e Workana – que inclusive viram mudanças em suas demandas no início da pandemia.

4. Oferecer aulas ou consultorias online
Muitas pessoas tem aproveitado o período em casa para estudar e fazer cursos online. Quem tem alguma habilidade que pode ser ensinada, como idiomas, música ou gastronomia, pode ganhar dinheiro com aulas pela internet.

O conteúdo pode ser oferecido ao vivo, por videochamada, ou hospedado em uma plataforma digital. O importante é definir bem o seu público e deixar claro o que ele ganhará com esse conteúdo.

5. Franquias digitais
Diversos segmentos que compõem o setor de franquias foram afetados pela crise do coronavírus. No entanto, algumas redes que mantêm a operação focada no online ou em aplicativos e têm como base o home office têm reportado crescimento. 

As oportunidades variam da digitalização de processos aos serviços financeiros. Antes de investir em uma franquia, porém, é preciso ter alguns cuidados - como pesquisar bem sobre a marca e avaliar a própria capacidade financeira de tocar o negócio por um período sem ter lucro.

6. Revenda de produtos
A venda de produtos de outras empresas e marcas é outra opção para quem pensa em empreender em casa. Microempreendedores Individuais (MEI) podem se cadastrar como revendedores de redes especializadas em cosméticos, roupas, lingeries e outros produtos.

Enquanto algumas empresas exigem um investimeEnquanto algumas empresas exigem um investimento inicial, outras permitem começar as vendas sem nenhum custo.


by PEGN

 

Histórias/Atitudes que podem mudar sua vida HOJE


Três histórias para começar:

1 - Nokia recusou o Android

2 - Yahoo recusou o Google

3 - Kodak recusou câmeras digitais

Lições:

1 - Assuma riscos

2 - Aceite a mudança

3 - Se você se recusar a mudar com o tempo, ficará obsoleto

Mais duas histórias:

1 - O Facebook assume o WhatsApp e o Instagran

2 - Grab assume a Uber no Sudeste Asiático

Lições:

1 - Torne-se tão poderoso que seus concorrentes se tornem seus aliados

2 - Alcance a posição superior e elimine a concorrência

3 - Continue inovando

Mais duas histórias:

1 - O Coronel Sanders fundou a KFC aos 65 anos

2 - Jack Ma, que não conseguia um emprego na KFC, fundou o Alibaba e se aposentou aos 55 anos

Lições:

1 - A idade é apenas um número

2 - Somente aqueles que continuam tentando terão sucesso

Por último mas não menos importante:

A Lamborghini foi funadada como resultado da vingança de um proprietário de um trator que foi insultado por Enzo Ferrari, fundador da Ferrari.

Lições:

Nunca subestime ninguém, nunca!

- Apenas continue trabalhando duro

- Invista seu tempo com sabedoria

- Não tenha medo de falhar


by Blog Criseouoportunidade

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

 

Como abrir MEI pela 

internet e ter CNPJ para emitir notas

Quem se formaliza como Microempreendedor Individual (MEI) tem acesso a benefícios como aposentadoria e linhas de crédito voltadas à categoria


Computador; internet (Foto:  NordWood Themes/Unsplash)


O Brasil tem hoje 10,5 milhões de Microempreendedores Individuais (MEI). A categoria oferece a trabalhadores autônomos a possibilidade de ter um CNPJ e emitir notas fiscais com um regime de tributação simplificado. Também pode dar acesso a benefícios como aposentadoria e algumas linhas de crédito.

É possível abrir MEI pela internet, sem sair de casa. A seguir, veja um passo a passo de como se formalizar como Microempreendedor Individual:

1. Informe-se
Verifique se você se enquadra nos critérios exigidos, como ter um faturamento de até R$ 81 mil por ano e realizar uma das atividades enquadradas como MEI. As informações estão disponíveis no Portal do Empreendedor, do Governo Federal. Também é comendável consultar a prefeitura do seu município para verificar a viabilidade de praticar a atividade no endereço pretendido.

2. Cadastre-se no portal de serviços do governo
Acesse o site www.gov.br e faça o seu cadastro. Você deverá fornecer dados como CPF, título de eleitor e comprovante de residência. Se você já tem um login, poderá utilizá-lo.

3. Cadastre-se no Portal do Empreendedor
Acesse www.portaldoempreendedor.gov.br e clique em “Formalize-se”. O site solicitará o login criado na etapa anterior. Você também precisará fornecer dados sobre o seu negócio ou as atividades realizadas.

Ao finalizar o cadastro, você ganhará acesso ao Certificado de Condição de Microempreendedor Individual. Ele inclui o CNPJ, o registro na Junta Comercial e o alvará provisório de funcionamento.

Notas fiscais
O MEI está dispensado da obrigação de emitir notas fiscais de produtos ou serviços destinados a pessoas físicas, mas deve emitir o documento ao atender empresas. É importante entrar em contato com a Secretaria da Fazenda do Estado ou do Município para verificar os procedimentos necessários para a autorização da emissão. 

O Sebrae disponibiliza uma plataforma gratuita para a emissão de Notas Fiscais eletrônicas (NFe), mas o procedimento também está sujeito às regulamentações locais. É possível acessar mais informações, inclusive sobre as obrigações do MEI, no Portal do Empreendedor e no site do Sebrae.


by PEGN

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

 

MEI: saiba como comprar carros com 

até 30% de desconto

Benefício é oferecido pelas próprias montadoras, por meio do desconto no ICMS. Percentual pode variar entre 2,5% a 30%

Chave do carro; veículo (Foto: Pexels)


Quem tem uma empresa, de qualquer porte, até mesmo MEI (microempreendedor individual), consegue comprar carros com até 30% de desconto. O benefício é concedido diretamente pelas montadoras, por meio de desconto no ICMS.

Algumas empresas, como RenaultVolkswagenChevrolet e Fiat trabalham com a modalidade de venda direta. É recomendável pesquisar com a montadora escolhida se há política de vendas diferenciadas para empresas. Não há um percentual previamente estipulado para desconto, o valor pode ir de 2,5% a 30%.

Para que o desconto não seja usado para revenda de automóveis, o Conselho Nacional de Política Fazendária estipulou uma regra de que o proprietário permaneça com o veículo por, pelo menos, 12 meses. Além disso, o desconto só é válido para a aquisição de carros 0km.

Outra vantagem é que veículos utilizados diretamente para trabalho podem apresentar descontos maiores.

No entanto, é preciso atenção redobrada à documentação e regularização do veículo, pois ele ficará vinculado à empresa. Dessa forma, caso os tributos não sejam pagos, as restrições poderão ser lançadas em nome da empresa e do empresário. O prazo de entrega também pode ser maior.

De acordo com a Fenabrave, o crescimento das vendas para empresas foi de 23% no primeiro semestre de 2019, enquanto as vendas no varejo aumentaram 2%. Os campeões foram o Chevrolet Onix, Fiat Strada e Volkswagen Gol.


by PEGN


segunda-feira, 31 de agosto de 2020

 

Sebrae mapeia cinco 

dicas para pequenos 

negócios venderem ao setor público

Para vender ou prestar serviços para o governo, é preciso ter alguma cautela, pesquisar, manter documentação em dia e não abandonar a clientela privada

Acordo (Foto: Pexels)
Acordo: as compras públicas contribuem também com a geração de mais empregos e renda no município e estado onde esses negócios estão instalados (Foto: Pexels)


Vender para o governo é uma grande oportunidade para os donos de pequenos negócios, incluindo o Microempreendedor Individual (MEI), ampliarem sua clientela e aumentarem a receita.

Além de gerar lucros para as pequenas empresas, as compras públicas contribuem também com a geração de mais empregos e renda no município e estado onde esses negócios estão instalados, estimulando o desenvolvimento regional.

Para participar desse processo, é fundamental que os empresários busquem capacitação para minimizar os riscos, evitar prejuízos e alcançar resultados.

A Lei Complementar 123/2006 obriga a união, os estados e os municípios a oferecerem um tratamento diferenciado às micro e pequenas e MEI nos processos de licitação. Entretanto, a legislação ainda não é cumprida em grande parte do país.

Os pequenos negócios encontram uma série de obstáculos a serem ultrapassados, como a falta de informações para entrar em um mercado que ainda é novo para alguns empreendedores desse segmento.

Além disso, a falta de qualificação contribui na exclusão dessas empresas das concorrências públicas. Segundo a analista de políticas públicas do Sebrae, Denise Donati, é fundamental obter informações sobre os processos, principalmente na localidade onde o empreendedor está instalado.

Na administração pública, há chances de negócio para empresas de todos os portes, que envolvem desde o fornecimento de bens até a prestação de serviços, como o de reparos, manutenção, entre outros.

Pensando nisso, o Sebrae selecionou cinco dicas para ajudar os empresários que pretendem participar das compras públicas:

Antes de tudo, pesquisar
As compras são realizadas nas esferas federal, estadual e municipal. Para começar, é recomendável que o empreendedor faça uma pesquisa nos sites das prefeituras para conhecer o plano anual de compras, com a relação dos serviços e produtos que o município irá contratar naquele ano.

Para isso ele deve entrar na aba "licitações", conhecer o que está sendo oferecido e identificar se a sua empresa tem o potencial de fornecimento. Observação: nem todas as prefeituras publicam o plano anual de compras. Por isso, é recomendável buscar na aba "licitações" informações sobre as compras ou ir pessoalmente à prefeitura.

Cadastro para vender
O empreendedor tem que se cadastrar como fornecedor para que possa receber informações das licitações abertas. Para isso, é preciso verificar nos sites das prefeituras como fazer o cadastro (pessoalmente ou internet, dependendo da prefeitura).

É bom lembrar que existem hoje no país cerca de 60 sistemas de compras, segundo estatísticas do Ministério da Economia. Para as micro e pequenas empresas e MEI, é sempre bom prospectar o mercado local ou adjacente – pelo menos no primeiro momento. Por isso é recomendável seguir a primeira regra: pesquisar as oportunidades locais.

Capacitação para entrar no mercado
Para evitar correr riscos desnecessários ou ter prejuízo, o caminho é um só: capacitação. O Sebrae oferece cursos presenciais ou pelo modo de Ensino à Distância (EAD) para que o empreendedor não se aventure por terrenos que não conhece.

Comprasnet é um caminho
Qualquer fornecedor interessado conhecer o mercado governamental pode acessar o Comprasnet, site do governo federal que mostra todas as licitações, do governo federal, em andamento.

Outra maneira é o Compras Mobile, o aplicativo disponível em IOS e Android (gratuito) é um retrato do Comprasnet e avisa onde há oportunidades de negócios, após o interessado selecionar os filtros relativos à sua área de fornecimento.

Lembrando que para ser um fornecedor do governo federal, é necessário se cadastrar no SICAF - Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores. 

Não ser dependente
O empreendedor precisa ter em mente que o poder público não é o único mercado que ele pode ter. É bom vender ou prestar serviços para o governo, mas não se deve abrir mão do setor privado. É a diversidade de clientes  que, muitas vezes, salva uma empresa de apuros.

Fornecer para estados, municípios e União é uma conquista importante, mas não se pode criar uma dependência deles. Nunca é demais lembrar, por exemplo, que o atraso de pagamentos no setor público não é algo raro.


by Agência Sebrae Notícias, PEGN

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

 

Aprendizados que a Covid-19 trouxe para a gestão financeira das franquias


Ainda estamos num cenário bem delicado marcado pela Covid-19. Porém, em vários estados e cidades do Brasil o comércio já voltou a abrir suas portas, com os devidos cuidados e restrições.

Ao mesmo tempo em que a vacina é aguardada ansiosamente por todos, outro aspecto também é esperado por todas as empresas: a retomada da economia. A crise da Covid-19 acabou se estendendo da saúde para a economia.

Empresas faliram e pessoas perderam seus empregos ou tiveram redução salarial. De acordo com o IBGE, até o mês de maio mais de 7,8 milhões de postos de trabalhos foram aniquilados no Brasil. E, de acordo com a Boavista, mais de 780 mil empresas foram à falência no Brasil por conta de algum motivo relacionado ao coronavírus. Ou seja, temos uma dura jornada para a recuperação da economia.

crise da Covid-19 é uma das maiores que já existiu no mundo. Sem dúvidas, esta não é a primeira, e não será a última crise. E, como ocorre em todas as crises, muitas empresas acabam ficando pelo caminho, porém, para as que resistem, aprendizados são adquiridos e muita coisa no pós-crise passa a funcionar de formas diferentes.

Pensando nisso, seguem abaixo alguns aprendizados que a Covid-19 vem deixando para a gestão financeira de franquias:

1) O planejamento é seu aliado

Muitas empresas, mesmo em cenários que não são de crises, não sobrevivem por conta da falta de planejamento. Mesmo sabendo disso, muitos negócios continuam insistindo em seguir, dia após dia, sem planejamento.

A pandemia mostrou a importância de existir um planejamento, unindo as estratégias com as finanças do negócio, e, mais do que isso, ser algo dinâmico, se ajustando conforme a situação. Nesta pandemia, o orçamento vem sendo algo que tem ajudado, e muito, as empresas a manterem sua saúde financeira.

2) O comportamento do consumidor é dinâmico e se adapta às circunstâncias

Conforme já trouxemos aqui, o comportamento dos consumidores é algo que vai se alterando de tempos em tempos, por conta de diversos fatores. Nesta pandemia, percebemos que novos hábitos surgiram, alguns hábitos se consolidaram e antigos hábitos voltaram a aparecer. Por isso, é importante você conhecer o seu consumidor e estar atento às tendências do mercado, para não ficar para trás.

Por exemplo, muitas empresas de alimentação, com a quarentena, resolveram fechar suas portas por um tempo até que as coisas voltassem ao normal, achando que não seria algo que duraria tanto. Outras empresas, já desde o primeiro momento, reestruturaram o delivery e o serviço de retirada, para não ficarem paradas.

3) É muito arriscado não ter reservas

Muitas empresas vivem com base no giro das vendas. Enquanto a empresa segue em operação, no seu ritmo normal, isto até que é possível. Porém, no primeiro momento em que há alguma interrupção ou queda drástica nas vendas, os reflexos são seríssimos.

Com a quarentena começando no meio de março, muitas empresas que ficaram fechadas passaram por vários apuros nos meses seguintes, e não conseguiram resistir até que as coisas voltassem ao normal ou que viesse algum auxílio.

O coronavírus mostra que não podemos controlar tudo, e imprevistos podem ocorrer, seja em nível local, em nível nacional, ou até em nível mundial. Para sobreviver a estes momentos, é muito importante que o negócio tenha uma boa reserva de emergência.

4) Não deixe de lado a fidelização de clientes

Vários negócios, mesmo com suas portas fechadas, continuaram tendo vendas ou até auxílios provenientes de seus clientes fidelizados. Diversas campanhas e iniciativas foram criadas para que as pessoas ajudassem os negócios nesses momentos de maior dificuldade.

E, justamente, quem “salvou” estes negócios foram as pessoas que se identificam com a marca e não gostariam de vê-la fechando.

5) Não dá mais para viver sem presença digital

Muitas empresas ainda deixam de lado a presença digital, seja por meio de sites ou de redes sociais.

Nos “tempos normais”, algumas empresas até que não sentiam grande impacto pela falta dessa presença por estarem em locais de grande circulação de pessoas, como centros comerciais e shoppings centers. Com a quarentena, muita gente passou a ficar quase todo o tempo em casa. Muitas das empresas sem presença digital e sem a circulação de pessoas acabaram caindo no esquecimento.

6) Controle financeiro sempre!

O cenário de crise é muito desafiador para as finanças, pois boa parte dos gastos se mantém, e, em relação às receitas, há uma queda forte. Isto faz com que muitas empresas não tenham recursos para pagar todas as contas, correndo o risco de se endividar e complicar a situação ainda mais.

Por isso, é mais do que necessário ter uma visão das finanças, percebendo o quanto antes possível caso as coisas estejam desandando.

O controle financeiro ajuda a ter essa visão e a tomar decisões de cortes de gastos e negociação de pagamentos. Seja em cenários de crise ou em cenários normais, este controle deve fazer parte da rotina do negócio.

7) Busque manter o nome limpo

Muitas empresas, neste cenário de dificuldade, acabaram precisando de crédito, porém, por conta do nome sujo, acabaram não conseguindo empréstimos ou conseguindo com condições nada favoráveis.

Por isso, é importante buscar deixar o CNPJ da empresa e os CPFs dos sócios sempre em condições mais favoráveis possíveis caso, em algum momento, seja necessário buscar algum empréstimo.

8) Negociação de prazos faz parte do mundo dos negócios

Todas as empresas passam por um ciclo operacional, no qual o mais comum é, num primeiro momento, o pagamento de fornecedores, e só num segundo momento, o recebimento das vendas. Neste cenário de pandemia, muitas empresas perceberam que a negociação é algo que pode funcionar e trazer vantagens para o ciclo operacional dos negócios.

9) Tenha parceiros

As parcerias também foram um pilar muito importante deste cenário causa pelo coronavírus. Empresas, indivíduos e iniciativas se uniram para formar um movimento de resistência à crise. Foram movimentos unindo desde grandes marcas até os pequenos negócios.

Isto destaca a importância de ter uma boa rede de parceiros para que possa haver um equilíbrio de forças para suportar o cenário difícil.

10) A crise gera oportunidades

Logo no começo da crise, muitos restaurantes se movimentaram para fortalecerem o delivery e as retiradas. Muitos artistas passaram a fazer lives. Cinemas e teatros foram buscar de volta os tradicionais “drive-inns”. Diversas lojas passaram a realocar seus funcionários para o e-commerce. E eventos passaram a se estruturar no formato digital.

Ou seja, mesmo num cenário de crise e de pandemia, as coisas não pararam. Quem saiu na frente e conseguiu bolar saídas acabou se dando bem. E muitas dessas saídas chegaram para ficar. Isto reforça a ideia de que são nas crises que surgem as maiores oportunidades.




by Victor Barboza,Guia Framquia de Sucesso