Este blog tem o objetivo de compartilhar e democratizar o conhecimento, compilando vários artigos voltados para seu crescimento profissional. Temas atuais relacionados à liderança, empreendedorismo, comportamento, gestão empresarial, através de colunas semanais.
segunda-feira, 6 de julho de 2020
domingo, 5 de julho de 2020
O fim da era dos escritórios?
Há gente que já fala no fim do escritório, outros veem exagero na previsão. Mas o home office definitivamente ganhou fôlego na pandemia do novo coronavírus, e algumas mudanças podem ser duradouras.
"A centralidade do escritório acabou", tuitou recentemente o fundador e presidente do Shopify, Tobi Lütke.
Já o chefe da Google, Sundar Pichai, planeja reembolsar em até 1.000 dólares os funcionários que compraram equipamento e móveis de escritório para trabalhar de casa durante a pandemia do novo coronavírus.
Analistas afirmam que o mundo do trabalho pode estar diante de uma grande mudança. "Depois da previsão sobre a 'morte da distância', em 1997, grandes cidades prosperaram como nunca antes", diz o professor de geografia econômica Paul Cheshire, da London School of Economics. Agora elas terão que se ajustar para sobreviver, acrescenta.
Em 2018, uma pesquisa do Censo dos EUA revelou que apenas 5,3% dos americanos trabalhavam integralmente em home office.
O analista Rich McBee, presidente da empresa Riverbed, especializada em trabalho remoto, calcula que entre 15% e 20% das pessoas que trabalhavam no escritório não vão retornar depois da pandemia.
A empresa de consultoria Global Workplace Analytics estima que empregadores poderão economizar em média 11 mil dólares anuais para cada pessoa que fizer meio período de home office, principalmente por meio de aumento de produtividade, menores custos de instalações físicas, menor absentismo e rotatividade no emprego e melhor preparo para situações de emergência.
"Vamos certamente observar empresas que historicamente resistem ao home office em alguns casos reduzindo custos", comenta Mat Oakley, da agência imobiliária Savills.
Quem trabalha de home office também pode estar disposto a receber menos. A empresa de serviços de conexão Log MeIn ouviu 2.200 trabalhadores em abril, nos Estados Unidos, e descobriu que 62% deles aceitariam um corte no salário para trabalhar de casa.
Cidades mais vazias
Um aspecto central na mudança é que as cidades podem esvaziar, prédios comerciais poderão ficar abandonados e novos prédios comerciais poderão nem ser construídos. Por outro lado, a velocidade e a segurança da internet terão que aumentar.
Estudos que avaliam o impacto ambiental da mudança ainda não são conclusivos, por exemplo sobre se o maior uso de eletricidade e internet em casa seria compensado pela diminuição do uso no escritório.
O home office também cria questões de espaço em casa e o problema da sobreposição de trabalhos profissional e doméstico. "Eles são divididos de forma desigual, e as mulheres acabam sobrecarregadas. O aumento da violência doméstica durante a pandemia é um alerta bem concreto", diz o sociólogo Les Back, do Goldsmiths College, de Londres.
Outro aspecto é que a mudança certamente não virá para todos. Operários, enfermeiros, motoristas de ônibus e vários outros profissionais jamais terão a opção de fazer home office.
"A situação nas cidades já mudou. São os trabalhadores mal remunerados, frequentemente negros, que mais andam de transporte público e correm risco de contágio na pandemia, enquanto a classe média branca cuidadosamente evita ir à cidade. Penso que as cidades vão se tornar ainda mais divididas", diz Back.
O transporte público, vital para o funcionamento das grandes cidades, enfrentará um grande desafio na fase pós-epidemia, principalmente no curto prazo. "Há uma necessidade de subsídios públicos ainda maiores", observa Cheshire. Para ele, viagens de trabalho, aeroportos, centros de convenções hotéis enfrentarão dificuldades também no longo prazo.
Muitos preferem o local de trabalho
"Penso que estamos num ponto de virada. Há uma reorientação, uma recalibragem da relação espaço-tempo-vida social", diz Back."Poderemos ver profundas mudanças e algumas coisas poderão jamais ser como eram antes", acrescenta.
"Se de fato adotarmos uma abordagem de home office, há implicações claras para as telecomunicações e a internet de banda larga, e mais ainda se conurbações avançarem sobre áreas rurais", comenta a economista Rebecca Larkin.
Mas outros analistas afirmam que a ascensão do home office não vai acabar com os escritórios. "A história, e também a nossa pesquisa mais recente, mostram que o escritório não vai desaparecer tão cedo", comenta o diretor de soluções corporativas da agência imobiliária JLL Neil Murray.
"O escritório vai manter sua importância como facilitador de inovação e colaboração e também de saúde, bem-estar e produtividade dos funcionários", afirma.
Uma pesquisa da JLL diz que 58% dos trabalhadores sentem falta de seus escritórios, e esse sentimento é ainda maior entre os mais jovens.
Outra pesquisa, da empresa de arquitetura e design Gensler, afirma que apenas 12% dos trabalhadores querem trabalhar de casa em tempo integral, e 70% diz que gostaria de passar a maior parte do tempo no escritório.
"Há ampla evidência de que a concentração espacial de escritórios eleva a produtividade, considerando todos os demais aspectos. Isso vale não só na horizontal, mas também na vertical. Trabalhadores em prédios altos são mais produtivos", afirma Cheshire.
by Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas
domingo, 21 de junho de 2020
1. Conversar com seus vizinhos pelo muro.
2. Sentar perto da janela para tomar um solzinho.
3. Ir dormir mais cedo.
4. Flores frescas e seu delicioso perfume.
5. Descobrir novos lugares em sua caminhada diária.
6. Ouvir os pássaros todas as manhãs.
7. Fazer as próprias unhas, sem borrar por causa da pressa.
8. Fazer a xícara perfeita de chá, umas cinco vezes por dia.
9. Regar as plantas todas as noites e vê-las contentes.
10. Escrever uma carta para um amigo, pela primeira vez na vida.
11. Receber a resposta e guardá-la como um tesouro.
12. Tomar um banho com a temperatura perfeita.
13. Curtir uma hora extra na cama todas as manhãs.
14. Fazer o café perfeito antes de começar o dia.
15. Perguntar “como você está?” e realmente prestar atenção na resposta.
16. Perceber que a família está sempre a apenas um telefonema de distância.
17. Biscoitos.
18. Pausa para um lanchinho ― várias.
19. Calças com elástico na cintura.
20. Não usar roupa social.
21. Perder-se num bom livro.
22. Começar a praticar ioga.
23. Ouvindo a chuva batendo na janela.
24. Meias confortáveis e fofinhas, que não foram feitas para usar com tênis.
25. Quebra-cabeças, quem diria?
26. Curtir delivery como nunca.
27. Dançar na sala.
28. Pulverizando perfume pela casa, só para você.
29. Fazer maratona de séries, sem culpa.
30. Jogos de tabuleiro há muito esquecidos no armário.
31. Pantufas, de preferência combinando com leggings.
32. Cozinhar uma refeição e curtir todo o processo.
33. Fazer supermercado online.
34. Assar um bolo, mesmo que não dê muito certo.
35. Esperar ansiosamente a correspondência.
36. Falar com quem antes não dava tempo.
37. Conversar com os funcionários do supermercado.
38. Ligar o rádio quando está tocando sua música predileta.
39. Aproveitar tempo com as crianças.
40. Finalmente pregar aquele botão.
41. Desenhar, colorir ou fazer algum tipo de arte.
42. Brincar com os animais de estimação durante o trabalho.
43. Perder-se num videogame.
44. O luxo de lençóis que acabaram de sair da máquina de lavar.
45. Caixas de legumes entregues por produtores locais.
46. Apreciar os sons e cores da natureza.
47. Praticar uma atividade física diferente.
48. Acertar uma pergunta num quiz.
49. Acertar todas as perguntas em um quiz.
50. Sentir-se mais próximo das pessoas queridas, mesmo que vocês estejam distantes.
by Rachel Moss, Huffpost
sábado, 13 de junho de 2020
Passo a passo para criar um e-commerce de sucesso
Com a pandemia, o Brasil registra a abertura de mais de uma loja virtual por minuto
Com mais de 930 mil sites de venda no Brasil, é preciso encontrar maneiras de se destacar para criar um e-commerce de sucesso. O primeiro passo é mapear todas as jornadas envolvidas no processo, desde a localização da loja virtual na internet até o pós-venda. A jornada do usuário precisa ser elaborada por profissionais experientes, que consigam traduzir os procedimentos em fluxogramas, definindo neles todas as questões e variáveis que devem ser amplamente respondidas. Cada etapa deve ser customizada na ferramenta que for adotada.
Depois, deve-se escolher a plataforma de e-commerce ideal para o negócio, já que existem inúmeras, gratuitas e pagas. Dada a diversidade, o que deve determinar a melhor solução é o trabalho prévio de especificação do projeto. Isso quer dizer ter personas bem definidas, o mapa CSD (certezas, dúvidas e suposições), o mapa de empatia (que avalia a aderência do público-alvo aos produtos e serviços oferecidos pelo e-commerce), além é claro, do estudo das jornadas.
Para que tudo saia como o planejado, sem desperdício de recursos, é fundamental desenvolver um protótipo da loja virtual, ainda que ele seja de baixa fidelidade, desenvolvido em preto e branco, sem a aplicação de imagens, mas navegáveis, simulando o seu funcionamento. Em casos de protótipos mais sofisticados, de alta fidelidade, são criados os layouts finais, com uma experiência de navegação mais próxima da realidade.
Ainda no protótipo é preciso desenvolver testes de usabilidade envolvendo clientes reais e potenciais. É necessário identificar a quantidade de produtos que devem ser comercializados, fazer as integrações com o ERP – Enterprise Resource Planning (sistema integrado de gestão do negócio) para controle e estoque dos produtos, faturamento e emissão de nota fiscal. Além disso, é preciso definir o melhor meio de pagamento, como por exemplo, cartão de crédito, boleto, depósito em conta, etc. Depois, é chegada a hora de integrar com um sistema de logística para a entrega dos produtos.
Aliado a todas essas funcionalidades, é preciso desenvolver um layout que proporcione a melhor experiência possível ao cliente. E esse tema é delicado, já que existem empresas que oferecem plataformas gratuitas, que podem não atender às necessidades específicas identificadas no estudo de jornadas. Nesse caso, a empresa poderá gastar tempo e dinheiro na implementação de uma solução que, ao contrário de permitir suas vendas, pode acabar trazendo prejuízos. A customização é de fundamental importância para a experiência do usuário.
Outro ponto fundamental é a acessibilidade. Segundo pesquisa realizada pelo IBGE, 94,6% dos brasileiros utilizam o smartphone para acessar a internet. Portanto, é imprescindível que o e-commerce seja responsivo, adequando ao tamanho da tela do dispositivo que está acessando. Também é fundamental que a página atenda os portadores de necessidades especiais, o que infelizmente, é raro no Brasil – apenas 1% dos domínios ativos no Brasil são compreensíveis para grupos com deficiência. Nesse sentido, a loja virtual precisa pensar em soluções baseadas em diretrizes sobre o tema, como as WCAG (Web Content Accessibility Guidelines).
Quando tudo estiver funcionando perfeitamente, é crucial atrair tráfego para o seu e-commerce. Para isso, aplicar as palavras-chave certas é fundamental. O Google possui robôs que fazem a indexação de conteúdo a partir dos sites/lojas que existem na internet. Esse tipo de resultado de busca é chamado de busca orgânica, ou seja, é aquela que não está associada a uma campanha propriamente dita. É muito importante estar entre os primeiros resultados da busca orgânica. Mas, também vale a pena apostar em campanhas de mídia paga para a divulgação de seus produtos/serviços. Publicidade online no Google Ads ou nas principais redes sociais, como o Facebook Ads e Instagram Ads, é extremamente importante para a atração de leads e geração de vendas.
Por fim, é preciso muito, mas muito, teste, para que o sistema não falhe. E, mesmo tudo correndo bem durante a compra e recebimento do produto, o dono do e-commerce não pode se ser esquecer do pós-venda. O atendimento posterior a uma compra é tão importante quanto o cumprimento do prazo de entrega. Além de promover uma experiência perfeita, o lojista virtual tem que ter o foco em não fazer parte dos sites onde clientes relatam problemas de péssimas experiências, como o Reclame Aqui. Só assim, seus potenciais clientes se sentirão seguros para fazer compras e os atuais ficarão ansiosos para voltar a comprar, a fim de repetir a experiência de sucesso que tiveram.
segunda-feira, 8 de junho de 2020
6 aprendizados para a carreira durante o isolamento social
consultoria Michael Page
Enxergamos oportunidades de descobrir coisas novas
As políticas de home office progrediram
Estamos criando uma cultura de desempenho e responsabilidade
As gestões a distância estão progredindo
Estamos aprendendo a gerir melhor os recursos
Otimismo x Pessimismo
domingo, 7 de junho de 2020
Era o que pensava Marta, que aos 32 anos só se tornara independente havia dois anos porque tinha emendado trabalhos temporários durante algum tempo. Este ano finalmente tinha encontrado um emprego estável e pensava que era hora de começar a considerar a compra de um apartamento. Mas quando a pandemia chegou, como ainda estava em período de experiência, perdeu o emprego e, com ele, muitos planos para o futuro, não apenas no curto, mas no médio prazo.
Casos como o de Marta estão começando a chegar aos consultórios dos psicólogos. No início da crise os conflitos eram outros, mas agora que a “nova normalidade” se aproxima, chegou a hora de enfrentar muitas realidades, que vão desde a incerteza em relação ao trabalho, especialmente depois dos milhões de Expedientes de Regulação Temporária de Empregos (ERTE) ou demissões, até mudanças na vida pessoal, como gravidezes não planejadas ou rupturas que tampouco esperávamos.
A pandemia não apenas nos obrigou a cancelar viagens, shows ou viagens com amigos. Isso é o de menos. Levou-nos a mudar alguns dos nossos planos de vida. E agora?
“Voltaremos a uma realidade diferente daquela que deixamos quando o confinamento começou”, insiste o psicólogo Miguel Ángel Rizaldos. Embora isso não signifique que tenhamos que nos deixar levar pela negatividade. “A tolerância à frustração, a capacidade de adaptação e a resiliência são características muito humanas, que podem facilitar a adaptação a essa nova realidade”. Claro, não é uma tarefa fácil.
Resiliência à incerteza
Gostamos de pensar que estamos no controle das coisas e é por isso que adoramos planejar. Mas a realidade é que todos esses planos nem sempre serão realizados. Pode ser que aceitar que tenhamos de nos readaptar não seja algo novo, mas que a situação mude repentinamente, e para tanta gente, é algo com o qual não estávamos acostumados.
“Estamos em uma situação imposta, à qual tivemos que nos adaptar da noite para o dia, e isso acarretou muitas circunstâncias repletas de estresse, incerteza, medo, ansiedade...”, observa a também psicóloga Judith Viudes. Apesar disso, insiste que não se deve se deixar levar por pensamentos catastrofistas, mas é preciso assumir que é algo totalmente normal. “A vida não é um contínuo estático, vivemos em uma constante mudança”.
Por isso, assim como falamos que essa crise nos fez valorizar mais as pessoas que amamos ou os pequenos prazeres, outra lição a aprender é exatamente esta: devemos aprender a ser mais resilientes para enfrentar as mudanças imprevistas.
“Na pandemia experimentamos esse golpe de realidade, mas não sei se aprendemos que a vida é muito mais incerta do que o nosso cérebro gostaria. Não temos tanto controle sobre o nosso futuro quanto acreditamos, o percentual de incerteza é maior que o controle que pensamos ter”, insiste Miguel Ángel Rizaldos.
Aceitar não significa se resignar
A primeira coisa a ter em mente é que, embora enfrentar mudanças seja um processo da vida, é lógico e necessário sentir-se mal com a perda desses planos de vida. “É preciso aceitar que temos emoções negativas por causa dos projetos que não serão realizados. É normal, natural e até saudável que você sinta tristeza e/ou ansiedade com a perda.”
É o caso de Inés e Fernando. Passaram meses planejando um belo casamento para o fim do verão de 2020. Ainda não têm claro se terão de cancelar, adiar ou optar por um casamento mais íntimo com menos convidados. No início se sentiram tristes, depois frustrados e finalmente aceitaram que, quando a situação avançasse, acabariam encontrando a melhor solução.
“É preciso aprender a trocar a resignação pela aceitação”, acrescenta nesse sentido Judith Viudes. Em outras palavras, resignar-se significa “ficarmos paralisados com uma série de pensamentos negativos repetidamente, o que faz com que de alguma forma fiquemos imóveis e passivos. Ficamos estagnados.” Em vez disso, a aceitação passa por “mudar nosso diálogo interno e entender que aceitar a situação é o começo da mudança.” Como resume Viudes, a chave é “parar de se preocupar para começar a se ocupar”.
Não dramatizar, mas adaptar
No final, embora existam projetos importantes que são difíceis de adiar, também é preciso avaliar que outros só precisam ser reinventados. “Alguns planos terão de ser descartados até um momento melhor, outros poderão se adaptar aos novos tempos e faremos novos planos que se ajustem melhor a esta nova realidade”, observa Rizaldos.
Para isso é importante saber como lidar com a frustração. Em tempos de incerteza, a impaciência não é a melhor das companheiras. Portanto, embora seja preciso aceitar essas emoções negativas, é necessário digerir isso “para continuar avançando com projetos diferentes ou modificados”.
Embora existam situações em que é impossível ver o lado bom, e não nos reste outra opção a não ser administrá-las dentro de nossas possibilidades, como o fechamento do nosso negócio, outras podem acabar sendo uma oportunidade. Por exemplo, o confinamento nos levou a tomar a decisão de terminar um relacionamento, talvez no longo prazo tenha sido o melhor.
“Agora, mais do que nunca, trata-se de viver o momento e ver como essa nova realidade evolui para nos adaptarmos a ela. O ser humano é muito resistente e é capaz de seguir em frente nas situações mais adversas. O importante não é cair, mas voltar a se levantar”, conclui Rizaldos.
sexta-feira, 29 de maio de 2020
45 maneiras de como ganhar um dinheiro extra em casa!
Está precisando fazer algum dinheiro extra nesse período de quarentena? Bem, há muitas formas de faturar atuando remotamente, especialmente se você tem habilidades específicas e paixões.
Mas se você não sabe por onde começar a procurar opções de trabalho online, nós temos uma lista de funções e atividades que pode fazer em casa! Veja na galeria!
Você tem um produto para vender? Iniciar uma loja online pode ser uma boa ideia se deseja começar o seu próprio negócio. Esse é um ótimo momento para iniciar uma empreitada do gênero - e o melhor é que não há burocracia.
Se você gosta de fotografia, pode vender suas fotos para bancos de imagens, como iStock ou Shutterstock, entre outros sites. É uma maneira de divulgar seu trabalho e faturar ao mesmo tempo.
Você pode se tornar um YouTuber. Se gosta de fazer vídeos e compartilhar ideias, essa é a plataforma ideal. É preciso de uma certa quantidade de inscritos e horas de exibição para ganhar dinheiro, mas quem sabe você não consegue publicar um conteúdo viral e ficar famoso (e rico) do dia para a noite?
Alugar sua casa, apartamento ou até um quarto através de plataformas como Airbnb ou Booking é uma ótima maneira de engordar a conta bancária.
Se você gosta de escrever, por que não ganhar dinheiro com isso? Escreva conteúdos que possam ajudar outras pessoas a resolver seus problemas. Conecte seu blog a uma conta do Google AdSense e ganhe dinheiro com suas postagens.
Para muitos jornalistas, a parte 'chata' do trabalho é transcrever as entrevistas. Da mesma forma, acadêmicos muito ocupados procuram ajuda para transcrever gravações de áudio. Você pode oferecer esse serviço online e se colocar à disposição.
Uma boa maneira de ganhar dinheiro extra é vendendo coisas que você não precisa. De roupas a eletrônicos, você pode faturar muitos reais com as coisas que você possui e nem usa.
Você tem o que é preciso para se tornar um influenciador de rede social? Obtenha muitos seguidores e você pode ganhar dinheiro com publicidade de produtos, os famosos posts patrocinados.
Para se tornar um organizador de eventos, você deve estar preparado para dedicar várias noites e fins de semana ao trabalho. Mas é possível ganhar muito dinheiro organizando aniversários, reuniões de empresas, casamentos e muitos outros eventos.
Você pode ser pago para dar opiniões e responder a pesquisas. É uma forma de ajudar empresas a saberem mais sobre o seu público-alvo e, ao mesmo tempo, ganhar um dinheiro extra sem sair de casa.
É cada vez mais fácil acessar informações pela internet. Portanto, se você tiver habilidades especiais, poderá ensiná-las a outras pessoas.
A maioria das pessoas que escreve ensaios, artigos, teses ou outros projetos de pesquisa precisará de alguém para revisá-los e editá-los.
Se você gosta de costurar, tente vender suas peças na internet. Inclusive, pode até começar por fazer máscaras. Faça uso das redes sociais ou crie seu próprio site para vender seus produtos.
A tradução é mais um trabalho que pode ser feito remotamente. Você pode encontrar trabalhos através de agências ou sites para freelancers.
Algumas empresas não conseguem arcar com a despesa de ter um gerente de Recursos Humanos em tempo integral. Portanto, essas organizações optam por contratar trabalhadores remotos que possam ajudá-los nessa função
Se você gosta de viajar e tem conhecimento suficiente para ajudar outras pessoas a planejar as férias dos sonhos, por que não ser a sua própria agência de viagens em casa?
Algumas pessoas têm ideias brilhantes para aplicativos móveis, mas não sabem como fazê-los acontecer porque não têm o conhecimento técnico. Se você tem experiência nessa área, pode ser uma ótima maneira de ganhar um dinheiro extra.
Os gestores de projeto são responsáveis pelo planejamento e execução de projetos específicos para uma empresa. Isso pode ser feito facilmente em casa.
Os jogos online podem ser viciantes, mas se você já é um gamer, por que não tentar ganhar algum dinheiro com isso?
Tudo o que você precisa é de acesso às contas e relatórios da empresa para fazer esse trabalho. Isso pode ser feito facilmente em casa.
Se você tiver tempo extra e experiência na área, poderá escrever reportagens como freelancers. Algumas publicações pagam por conteúdos de qualidade sobre temas interessantes e inovadores (aqueles 'fora da caixa'), mas pouco abordados pela grande imprensa.
Você sabe como alcançar as pessoas nas redes sociais? Você é capaz de gerenciar várias contas de ferramentas diferentes? Então este trabalho pode ser ótimo para você.
Ter conhecimento e habilidade nessa área é definitivamente um bônus, especialmente para trabalhos freelancers em comunicação e marketing.
Torne-se o instrutor de um curso certificado na web e ganhe algum dinheiro extra. Essa é uma ideia particularmente boa se você tiver alguma especialização acadêmica.
Sim, você pode ajudar outras pessoas a encontrar o amor na internet assumindo seus perfis de namoro online.
Locutores e dubladores podem atuar em várias indústrias diferentes. Esses profissionais podem trabalhar em filmes, programas de TV, produtos publicitários, varejo, empresas de tecnologia e no rádio.
As 'escape rooms' estão se tornando virtuais. Portanto, as empresas precisam de pessoas para serem anfitriões dos jogos e ajudarem os jogadores.
Você é bom com decoração de casa? Você pode ajudar os outros e, claro, ganhar algum dinheiro em troca.
Muitas empresas gravam suas chamadas para diversos fins. Você pode ser a pessoa que as revisa no conforto de sua própria casa.
Seja pago para revisar produtos e serviços. Sim, as pessoas ganham dinheiro com revisões online! Confira empresas como Slice the Pie, Swagbucks e ReviewStream.
O design gráfico é um trabalho importante e tem um enorme campo de atuação. A função desse profissional pode ser feito facilmente de casa e contratada por clientes e empresas de todo o mundo.
Você tem conhecimento em TI? Então, você pode trabalhar como suporte técnico online. Cada vez mais empresas têm contratado provedores de serviços do gênero externos.
Se você é um personal trainer, pode oferecer seus serviços remotamente. Caso não seja, mas é um apaixonado por exercícios e o mundo fitness, obtenha as qualificações necessárias e comece a trabalhar em casa imediatamente.
As empresas podem terceirizar seus serviços jurídicos para freelancers. Você só precisa ser qualificado para o trabalho.
Você tem um estúdio em casa e pode editar, mixar ou masterizar músicas? Bem, esta é a oportunidade perfeita para começar a ganhar dinheiro com suas habilidades remotamente.
Se você sabe como melhorar a busca de um site nos motores de busca, pode ganhar dinheiro extra com suas habilidades.
Inicie um podcast. Você pode gerar receita se tiver ouvintes suficientes!
Se você tem uma plataforma na qual pode anunciar produtos de outras pessoas, isso é uma ótima forma de faturar. Se as pessoas clicarem no link fornecido e comprarem o produto, você receberá uma comissão.
Se você tem habilidade em criar conteúdo de qualidade, otimizado para SEO, ser um freelancer é uma opção. O mesmo se aplica se você é um escritor de mão cheia. Nesse caso, um redator criativo pode atuar nas áreas de marketing e publicidade.
Esse é um trabalho remoto conhecido que pode ser facilmente realizado em casa. Nas vendas, particularmente, o pagamento pode ser bastante bom.
Este trabalho envolve a criação de campanhas publicitárias, que são enviadas por e-mail aos contatos de uma determinada empresa ou cliente. Você provavelmente precisará de experiência em marketing ou relações públicas.
O atendimento ao cliente é uma parte crucial de qualquer empresa. Se você já conversou com um assistente online, ele pode muito bem estar trabalhando remotamente. Então, por que não tentar você mesmo?
Os especialistas em segurança da informação têm a tarefa de monitorar possíveis ameaças e instalar o software certo para combater hackers e vírus. Você certamente pode fazer esse trabalho em casa.
O crowdsourcing envolve arrecadar dinheiro para financiar um projeto, seja um filme ou uma empresa iniciante. É um ótimo trabalho se você tem boas ideias de onde e como arranjar dinheiro para iniciativas do gênero.





